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Arquivo da categoria: Curiosidades

Dicas de português: Pode e Pôde: presente e passado

A maioria dos acentos diferenciais desapareceu na última reforma ortográfica, mas dois deles permanecem. É esse o caso do acento do verbo “pôr”, que continua distinguindo essa forma da preposição homônima (“por”) e do acento da forma de passado do verbo “poder” (“ontem ele pôde”), que a diferencia da forma do presente (“hoje ele pode”).

Continuamos, portanto, escrevendo “pôde” no passado e “pode” no presente. No fragmento abaixo, o redator deixou de fazer essa importante distinção:

“No entanto, durante os nove primeiros dias de março, nenhuma equipe pode trabalhar por causa do tempo chuvoso.”

Corrigido o erro de grafia, surge outra questão, que, vez por outra, alguém levanta. Que dizer da construção “os nove primeiros dias de março”? Quantos “primeiros dias” tem o mês? É evidente que tem um só, mas esse tipo de construção é bastante freqüente, sobretudo na linguagem oral.
Num campeonato ou concurso, será que podemos falar, por exemplo, em três primeiros colocados? ”. “Três primeiros” seria adequado a uma situação em que o primeiro lugar de um concurso fosse dividido entre três.

Seria inapropriado dizer que as escolas de samba Beija-Flor e Unidos da Tijuca foram as duas primeiras colocadas no Carnaval do Rio. Na verdade, a Beija-Flor foi a primeira e a outra foi a segunda.
Aos amantes da precisão, uma sugestão:

No entanto, durante os nove dias do início de março, nenhuma equipe pôde trabalhar por causa do tempo chuvoso.

Postado por: Iêda Araújo

“Perda ou perca” e “proibido ou proibida” – aprendendo a aplicá-las

“A perca daqueles amigos foi lastimável.

“É proibido a entrada de animais nesta área do parque”

Estariam eles de acordo com a forma padrão? Ah! Sentiu-se preso a alguns   questionamentos?

Não se preocupe, pois o objetivo principal deste artigo é orientar-lhe   quanto a algumas colocações referentes a determinadas expressões que, embora   corriqueiras, nos causam dúvidas.

Mas voltemos à pergunta apontada acima. Considera-se que o emprego do termo   “perda” se classifica de forma deturpada. Vejamos por que:

 Neste caso ele funciona como substantivo, portanto, o correto seria “perda”. O termo “perca” somente é aplicável em situações em que houver possibilidade  de o verbo “perder” ser flexionado, assim representada: Eles jamais querem  que eu perca meu posto na empresa.

Quanto ao segundo enunciado é bom que se diga que ele também não se  adequa à modalidade padrão, em virtude das circunstâncias assim elucidadas:

O termo “é proibido” não admite o uso do determinante (no caso, o artigo). Portanto, reformulando-o, obteríamos:

É proibido entrada de animais nesta área do parque.

Diferentemente ocorreria se disséssemos:

Temporariamente está proibida a entrada de visitantes no parque.

Percebeu que a ocorrência está relacionada ao emprego do artigo? Eis a questão.

Postado por: Iêda Araújo

Pequenas atitudes podem evitar o desperdício de alimentos

No Brasil, segundo dados do IBGE, 64% de tudo o que é plantado acaba indo para o lixo. Em contrapartida, 13,9 milhões de brasileiros passam fome. Além disso, desperdiçar comida está diretamente ligado aos gastos desnecessários de água e energia. Esses números levaram a jornalista Lydia Cintra, da revista Superinteressante, a preparar dicas de como evitar os desperdícios de alimentos.

Faça uma lista de compras antes de fazer suas compras no supermercado

Essa rotina faz com que o consumidor opte por coisas realmente necessárias. O cuidado com a quantidade deve ser ainda maior quando se trata de alimentos frescos, que estragam mais rapidamente.

Use a data de validade como critério

Escolher os itens em um supermercado pode ser uma aventura, e como em todas as atividades que apresentam um pouco de risco, as compras também exigem atenção redobrada. É preciso sempre estar atento aos rótulos, para saber a procedência, composição e mais importante, a data de validade. Assim é possível evitar a compra de produtos que certamente não serão consumidos antes do vencimento e terão como destino o lixo.

Cuidado com a mania dos olhos maiores que o estômago

Colocar no prato somente aquilo que vai comer é outro passo importante. Os pais costumam dar esse recado aos filhos, mas o cuidado deve existir em todas as faixas etárias. Em alguns restaurantes os clientes que desperdiçam comida são obrigados a pagar multas, portanto é melhor repetir, do que jogar fora.

Não prepare mais comida do que o necessário

Esse mesmo cuidado na hora de montar o prato deve ser considerado no momento de preparar a comida. Lydia, indica o preparo alimentar sob medida. As famílias pequenas ou pessoas que moram sozinhas devem levar esse requisito a sério na hora de entrar na cozinha. Segundo ela, “a tática é boa para evitar que você coloque na panela mais do que vai ao prato”.

Reaproveite partes esquecidas dos alimentos

A técnica do reaproveitamento de alimentos é essencial para ter uma alimentação consciente. Utilizar o alimento em sua totalidade evita que partes cheias de nutrientes sejam desperdiçadas. Isso pode ser aplicado a cascas de frutas e legumes, talos de vegetais, entre outras coisas que podem ser usadas em novas receitas.

Fonte: Consumidor Moderno

 Postado por:  Iêda Araújo

Dicas do nosso idioma: “Me inclui fora dessa”

“Me inclui fora dessa.”

Essa frase já foi manchete de uma das revistas mais respeitadas do Brasil. Há três inadequações gramaticais nela: colocação pronominal, uso do imperativo e semântica.

Quanto à colocação pronominal, o que ocorre é que não se deve iniciar frase com pronome oblíquo átono. Não se deve, então, escrever “Me inclui…”, e sim “Inclui-me…”.

Quanto ao imperativo, que é a indicação de ordem, pedido ou conselho, o que ocorre é que na reportagem da revista, o jornalista em todo o discurso, trata o leitor por “você”, e o verbo “incluir” está conjugado na segunda pessoa do singular (tu). Esta pessoa (tu) é conjugada no imperativo afirmativo, a partir do presente do indicativo, retirando-se a letra “s”.

O presente do indicativo de “incluir” é assim conjugado: eu incluo, tu incluis, ele inclui, nós incluímos, vós incluís, eles incluem. Retirando-se a letra “s” de “tu incluis”, teremos “Inclui algo, tu”. O imperativo para “você” é conjugado a partir do presente do subjuntivo: que eu inclua, que tu incluas, que ele inclua, que nós incluamos, que vós incluais, que eles incluam. O adequado, então, para a frase apresentada é “Inclua-me…”.

Quanto à semântica, que estuda o sentido das palavras e a interpretação das sentenças e dos enunciados, o verbo “incluir” é usado na frase apresentada inadequadamente, pois “incluir” significa “pôr algo dentro de”. Como não é possível pôr algo dentro de fora dessa”, não se deve usar “incluir”, e sim seu antônimo “excluir”. Como “excluir” significa “mandar para fora”, não se deve, na frase apresentada, usar “fora”. Usa-se, então, apenas o verbo. A frase apresentada, então, deve ser assim estruturada:

“Exclua-me dessa.”

Postado por: Iêda Araújo

Apple vale mais do que Microsoft, Google, Amazon e Facebook somadas

 Apple realizou uma façanha poucas vezes ocorrida no mercado de tecnologia: superou o valor de mercado das principais companhias americanas do segmento somadas.

 Juntos, os valores de mercado da Microsoft (256,7 bi de dólares), Google (221,4 bi de dólares), Amazon (111,2 bi de dólares) e Facebook (41,3 bi de dólares) atingiriam a marca de US$ 630,9 bi.

 Sozinha, com seus papéis negociados a 676 dólares, a Apple tem valor de mercado superior a 632,5 bi de dólares.

 A observação foi primeira notada pelo designer e analista americano Kontra e divulgada no Twitter.

 A Apple atingiu novo valor de mercado recorde na segunda-feira, primeiro dia útil após a sentença que condenou a Samsung a pagar 1 bilhão de dólares à empresa cofundada por Steve Jobs. Na ocasião, cada ação da Apple chegou a ser negociada por 680,87 dólares.

 A notícia também derrubou as ações do Google, detentor do sistema operacional Android, utilizado nos smartphones da Samsung, que recuou 1,4%.

 Ao mesmo tempo, a desvalorização das ações do Facebook, em quase 50% em relação ao valor de oferta inicial ao mercado, corrobora o cenário favorável à Apple.

 
Fonte: INFO
Postado por George Luis

Efeito de 30 ou 60 min de exercícios é o mesmo, diz estudo

Efeito de 30 ou 60 min de exercícios é o mesmo, diz estudo (Foto: BBC)

Efeito de 30 ou 60 min é o mesmo (Foto: BBC)

Meia hora de exercícios diários trouxe resultados surpreendentes
Trinta minutos de exercícios diários são tão efetivos na redução de peso e de massa corporal quanto 60 minutos, segundo um estudo dinamarquês.

A pesquisa, feita por especialistas da Universidade de Copenhague, acaba de ser publicada na revista científica American Journal of Physiology.

Durante 13 semanas, a equipe da Faculty of Medical and Health Sciences monitorou 60 homens obesos – porém saudáveis – que tentavam melhorar sua condição física.

Metade dos participantes seguiu um programa de uma hora de exercícios diários e a outra metade fez apenas meia hora de exercícios. Enquanto se exercitavam, os dois grupos usavam um medidor de batimentos cardíacos e um contador de calorias.

Os exercícios tinham vigor suficiente para produzir suor. Os resultados do experimento surpreenderam a equipe dinamarquesa.

Em média, os participantes que fizeram 30 minutos de exercícios diários perderam 3,6 quilos em três meses. Os que fizeram uma hora de exercícios, no entanto, perderam apenas 2,7 quilos. Nos dois grupos, a perda de massa corporal foi a mesma – 4 quilos.

Segundo um dos pesquisadores, Mads Rosenkilde, os 30 minutos de exercícios ofereceram uma vantagem adicional: “Os participantes que fizeram 30 minutos de exercícios por dia queimaram mais calorias do que deveriam em relação ao programa de treinamento que criamos para eles”.

Em contrapartida, “observamos que fazer exercícios por uma hora em vez de meia hora não oferece perda adicional de peso ou gordura. Os homens que fizeram mais exercícios perderam pouco em relação à energia que queimaram correndo, andando de bicicleta ou remando”.

“Trinta minutos de exercícios concentrados dão resultados igualmente bons na balança”, concluiu.

Motivação
A equipe sugeriu algumas possíveis explicações para os resultados. Segundo Rosenkilde, fazer 30 minutos de exercícios por dia é uma meta tão possível de ser alcançada que os participantes tinham vontade e energia para mais atividades físicas após sua sessão diária de exercícios.

Além disso, o grupo que passou 60 minutos se exercitando provavelmente comeu mais, portanto perdeu um pouco menos peso do que o esperado.

“Os participantes do nosso estudo treinaram todos os dias durante três meses. Os treinos foram planejados para produzir um leve suor, mas os participantes tinham de aumentar a intensidade e dar tudo de si três vezes por semana”, explicou Rosenkilde.

Ele admitiu que ficou surpreso com os resultados e disse que agora a equipe quer estudar o efeito de outros tipos de exercício.

Em média, 40% dos homens dinamarqueses estão classificados como moderadamente obesos.

O estudo da equipe da Universidade de Copenhague é único por ter se focado nessa parcela da população.

Os participantes queriam mudar seu estilo de vida com a ajuda dos exercícios, e durante o período de duração do estudo, foram acompanhados de perto por especialistas em saúde interessados em questões como o equilíbrio energético, resistência à insulina e presença de hormônios no sangue.

Etnólogos também participaram do estudo para tentar entender as barreiras culturais associadas ao exercício e à mudança em hábitos arraigados.

Em outro estudo britânico noticiado recentemente pela BBC Brasil, pesquisadores da University College London concluíram que fazer duas horas e meia de exercícios moderados por semana, mesmo quando a pessoa adota a prática na meia idade (após os 40 e até 50 anos de idade) já é suficiente para proteger a saúde do seu coração.

Fonte: BBC Brasil
Postado por George Luis

Duas décadas da morte do ex-prefeito José Carvalho Sobrinho “Zé Carvalho”

 

 

 

Nome: José Carvalho Sobrinho

Nascimento: 03/10/1934, em Jati – CE

Falecimento: 11/08/1992, em São José do Belmonte – PE

Idade: 57 anos, 10 meses e 8 dias – em 11/08/1992

Pai: Euclides Carvalho

Mãe: Maria Loura da Rocha Carvalho

Casado com Carolina Rodrigues de Lima

1º Filho: José Euclides Rodrigues e Carvalho

2º Filho: José Carlos Rodrigues e Carvalho

Notas: Ex-Prefeito de São José do Belmonte – PE

 

José Carvalho Sobrinho foi prefeito de São José do Belmonte – PE de 31/01/1983 a 31/12/1988. Ele iniciou sua dinâmica administração dando ênfase ao urbanismo. Através do lema “Unindo e Construindo”, foram concluídas obras de esgotos na Av. Osmar Fonseca de Menezes, Rua Capitão Luiz Mariano da Cruz, Rua Cel. José Davi de Barros e Silva, Rua Padre Manoel Lopes e canal da Rua Dionon Alves de Carvalho. Construção, reconstrução e recuperação de calçamentos e meio-fio em diversas vias da cidade. Construção de escolas nas fazendas: Posses, São Bento e Cristóvão. Construção de cisternas. Ampliação e recuperação do prédio da Prefeitura Municipal, rebatizado de Palácio da Pedra do Reino, com área de 231m2. Construção de dois prédios anexos à Prefeitura, num total de 262m2 destinados ao Gabinete do prefeito, Secretaria de Obras e Transportes, do DETELPE, Copa e Arquivo. Construção da Cadeia Pública, com área de  224m2, localizada na Av. Euclides Carvalho. Construção do Matadouro Público, com área coberta de 140m2. Construção do Posto da TELPE Municipal, com área coberta de 127m2. Construção do Módulo Esportivo, localizado no Colégio Municipal Dr. Arcôncio Pereira, com torres para refletores, a implantação do serviço de som municipal na Praça da Saudade. Construção do Terminal Rodoviário, em convênio com o Governo Estadual. Construção do Cemitério Parque da Saudade. Construção da Praça Euclides Carvalho, localizada em frente da Escola Manoel de Queiroz, onde foi colocada a gruta da Virgem dos Pobres para relembrar o antigo Cruzeiro que foi demolido. Construção da passagem molhada do Riacho Cristóvão. Construção da Escola Marizinha Barros. Construção do prédio do Fórum. Reconstrução da Praça Pires Ribeiro, da Praça Joaquim Leonel, da Praça da Saudade, do Clube Operário Belmontense. Instalou o Departamento de Educação em prédio próprio e mais convincente. Conseguiu o sistema DDD e DDI para o Município. Instalou postos da Telpe nos Distritos de Bom Nome, Carmo, e nos Povoados do Serrote e Jatobá. Iniciou a reconstrução do Centro de Abastecimento (Mercado Público). Reconstrução do Hospital e mais 3 postos médicos, de 14 Grupos Escolares na zona rural, do Colégio Municipal Dr. Arcôncio Pereira, de açudes e de 19.700m2 de calçamento. Melhoramento da iluminação pública nos Distritos de Bom Nome e do Carmo. Melhoramento de 712 Km de estradas do Município. Implantação de um bosque de 3.000 pés de eucaliptos, do Projeto “Quero Viver”. Reflorestamento Urbano e ajardinamento de 5.000 árvores da espécie Flamboiam e Acácia. Aquisição de ambulância para o setor de saúde, de 1 veraneio para atender as exigências do Gabinete Municipal, 2 caminhões D-60 para a limpeza pública, 3 caminhões D-10, 1 Patrol Cartepillar e 1 Perfuratriz P-200 para o Setor de Obras e Viação. Criação do Anexo do Colégio Municipal Dr. Arcôncio Pereira no Distrito do Carmo. Zé Carvalho conseguiu implantar, no Município, uma infra-estrutura administrativa que lhe permitiu realizar esse acervo de realizações imensuráveis, foi um prefeito que trabalhou maciçamente na reconstrução da cidade. Dando, assim, uma nova cara a Belmonte e por isso os belmontenses o tem como o eterno arquiteto da cidade. Num ato, talvez impensado, retirou sua vida em 11 de agosto de 1992, deixando inconsolável seus admiradores.

E hoje, 11 de agosto de 2012, duas décadas da sua trágica morte, o povo belmontense relembra com saudades desse notável homem público que foi um marco na história da nossa cidade.

 

Postado por: Enildo Nogueira

 

À custa de ou às custas de?

À custa de ou às custas de? Veja no Aqui no Portal Belmonte a diferença entre as expressões e a maneira correta de usá-las em seu texto.

Venceu aquele campeonato às custas de muito preparo físico!
Ele vive às custas do pai!

Quem nunca ouviu alguém falar assim, usando a expressão “às custas de”?
Só que existe um problema: nas orações, como as dos exemplos acima, esta locução prepositiva está errada.

A versão no plural de “à custa de” passou a ser tão utilizada que parece estar correta em todas as ocasiões! No entanto, o vocábulo “custas”, dessa forma, no plural, só está empregado corretamente quando no âmbito jurídico e terá significado aproximado de “despesas com processos”:

Ele pagou as custas do processo!

“À custa de” tem significado de: com recursos financeiros de, com dinheiro de. Portanto, as orações iniciais deveriam ser escritas no singular:

a) Venceu aquele campeonato à custa de muito preparo físico!

b) Ele vive à custa do pai.

c) À custa de muito estudo, ele passou para o curso que queria.

d) Aceite a ajuda das pessoas, mas não viva à custa de ninguém!

e) Ele conseguiu realizar seus sonhos à custa de muita oração.

Fonte:

Mundo Educação

Postado por: Iêda Araújo

Proscrever ou Prescrever?

Proscrever ou prescrever? Você sabe a diferença? Aprenda a utilizar estes verbos e não se confunda e nem erre no momento de usá-los.

A frase é: “O prazo de validade ainda não proscreveu.”
O certo é: “O prazo de validade ainda não prescreveu.”

Isso quer dizer que o prazo de validade ainda não está vencido. O verbo prescrever apresenta duas acepções muito importantes: “perder a validade” e “receitar”. Remédios que só podem ser vendidos sob prescrição médica são aqueles que, para serem adquiridos, exigem a receita do médico. Prescrever um medicamento é “receitar um medicamento”. E o verbo proscrever significa “proibir, banir, expulsar”. O proscrito é aquele que foi expulso do seu grupo.

Imagine a seguinte situação. Numa obra importante da medicina, o autor fica em dúvida: “Para quem sofre de problemas pulmonares, o banho frio está proscrito ou prescrito”? O médico não pode hesitar nem quanto ao tratamento nem quanto ao uso preciso das palavras. Afinal, se ele prescreve o banho frio, significa que está receitando o banho frio. É o procedimento a ser adotado pelo paciente. Por outro lado, se ele escreve que o banho frio está proscrito, significa que o médico está proibindo o banho frio. Na verdade, esse exemplo não é uma simples “pegadinha”, pois o mau uso dessas duas palavras pode acarretar sérias conseqüências.

Fonte:

G1

Postado por: Iêda Araújo

Frutas para se manter hidratado no inverno

Postado por: Iêda Araújo

Não parece, mas no inverno o corpo elimina muito líquido. Em vez de transpirar, o organismo perde água através da urina, que é mais frequente nos dias frios. Tudo isso por conta do metabolismo mais acelerado nesta época. Neste cenário, a alimentação tem papel fundamental. Para manter-se hidratado é preciso repor os líquidos perdidos. Além dos caldos e sopas de inverno, que contêm boa quantidade de água, a recomendação é consumir sucos naturais e manter a ingestão de dois litros de água diariamente.

De acordo com a nutricionista do Oba Hortifruti Lívia Nogueira, entre as frutas que contêm maior teor de água estão o abacaxi, melão, melancia, pêra, laranja e mexerica. Além de hidratar o organismo, o abacaxi auxilia no bom funcionamento do intestino e no fortalecimento do sistema imunológico. É rico em cálcio vitamina C e bromelina, enzima que ajuda no processo digestivo.

A laranja lima é outra forte aliada da hidratação e contribui, ainda, com a saúde dos dentes e gengiva, e auxilia na absorção do ferro presente nos alimentos, prevenindo anemias. A fruta também ajuda o organismo na resistência a infecções e possui ação antioxidante, que ajuda a prevenir o envelhecimento precoce. Para deixar os sucos ainda mais saudáveis, Lívia recomenda a farinha de linhaça, farelo de trigo, aveia, vegetais folhosos como couve e legumes, como cenoura e beterraba.

 Fonte: M de Mulher

Como fazer uma boa redação

Dominar a arte da escrita é um trabalho que exige prática e dedicação. No entanto, conhecer seu lado teórico é muito importante. Aqui você encontra um resumo desta teoria com dicas de como fazer uma boa redação. Aplique-a em seu trabalho mas não se esqueça: você precisará fazer a sua parte, isto é, escrever.

 

SIMPLICIDADE

 

Use palavras conhecidas e adequadas. Escreva com simplicidade. Para que se tenha bom domínio, prefira frases curtas. Amarre as frases, organizando as idéias. Cuidado para não mudar de assunto de repente. Conduza o leitor de maneira leve pela linha de argumentação.
CLAREZA
O segredo está em não deixar nada subentendido, nem imaginar que o leitor sabe o que você quer dizer. Evidencie todo o conteúdo da sua escrita. Lembre-se: você está comunicando a sua opinião, falando de suas idéias, narrando um fato. O mais importante é fazer-se entender.
OBJETIVIDADE

 

Você tem que expressar o máximo de conteúdo com o menor número de palavras possíveis. Por isso não repita idéias, não use palavras demais ou outras coisas que só para aumentem as linhas. Concentre-se no que é realmente necessário para o texto. A pesquisa prévia ajuda a selecionar melhor o que se deve usar.
UNIDADE

 

Não esqueça, o texto deve ter unidade, por mais longo que seja. Você deve traçar uma linha coerente do começo ao final do texto. Não pode perder de vista essa trajetória. Por isso, muita atenção no que escreve para não se perder e fugir do assunto. Eliminar o desnecessário é um dos caminhos para não se perder. Para não errar, use a seguinte ordem: introdução, argumentação e conclusão da idéia.
COERÊNCIA
A coerência (coesão) entre todas as partes de seu texto, é fator primordial para se escrever bem. É necessário que elas formem um todo. Para isso, é necessário estabelecer uma ordem para as idéias se completem e formem o corpo da narrativa. Explique, mostre as causas e as conseqüências.

Exemplos:

Obedecer uma ordem cronológica é um maneira de se acertar sempre, apesar de não ser criativa. Nesta linha, parta do geral para o particular, do objetivo para o subjetivo, do concreto para o abstrato. Use figuras de linguagem para que o texto fique interessante. As metáforas também enriquecem a redação.
ÊNFASE
Procure chamar a atenção para o assunto com palavras fortes, cheias de significado, principalmente no início da narrativa. Use o mesmo recurso para destacar trechos importantes. Uma boa conclusão é essencial para mostrar a importância do assunto escolhido. Remeter o leitor à idéia inicial é uma boa maneira de fechar o texto.
LEIA E RELEIA
Lembre-se, é fundamental pensar, planejar, escrever e reler seu texto. Mesmo com todos os cuidados, pode ser que você não consiga se expressar de forma clara e concisa. A pressa pode atrapalhar. Com calma, verifique se os períodos não ficaram longos, obscuros. Veja se você não repetiu palavras e idéias. À medida que você relê o texto, essas falhas aparecem, inclusive, erros de ortografia e acentuação. Não se apegue ao escrito. Refaça se for preciso. Não tenha preguiça, passe tudo a limpo quantas vezes forem necessárias. No computador, esta tarefa se torna mais fácil. Faça sempre uma cópia do texto original. Assim você se sentirá à vontade para corrigir quanto quiser, pois sabe que sempre poderá voltar atrás.

Fonte: Cola da Web

Postado por: Iêda Araújo

Dicas do nosso idioma: “Tão pouco ou Tampouco”

Vejamos os exemplos:

a) Como você chegou aqui em tão pouco tempo?
b) Não queria ir ao cinema, tampouco você!
c) Tinha pouco interesse em ir à aula!
d) Não gostei do espetáculo, tampouco das interpretações!

Observando as orações acima, devemos usar:

Tampouco quando queremos significado de “também não” ou “nem”. Muitas vezes, é comum pessoas dizerem: nem tampouco, como uma maneira de reforçar a negação.

Exemplo: Sua atitude não me agradou, nem tampouco a do seu irmão.

Tão pouco quando significar “muito pouco”, “curto”, “pouca coisa”, “algo pequeno”, “escasso”. Tem relação com medida de tempo, de valor, de quantidade, etc. Observe:

Ele gastou tão pouco para comprar o sapato, que deu até para comer uma pizza depois do shopping! (valor)

Na nossa cidade choveu tão pouco que teve algumas queimadas. (quantidade)

Estudei tão pouco que não sei se consigo fazer a prova! (quantidade)

Estou aqui há tão pouco que ainda não vi sua mãe! (tempo)

Importante: O termo “pouco” acompanha e concorda com o substantivo em gênero e número quando se refere ao mesmo. Veja:

Vocês ficaram tão poucos dias que não deu para conversarmos o suficiente!
Tinha tão poucas pessoas no evento… mas foi muito bom termos ido!

tão pouca honestidade no meio político, que ficamos pensativos no porvir

Fonte: Mundo Educação

Postado por: Iêda Araújo

FESTA DA CIDADE – SÃO JOSÉ DO BELMONTE

 

 

 

SÃO JOSÉ DO BELMONTE

 

122  ANOS DE EMANCIPAÇÃO POLÍTICA

119  ANOS DE AUTONOMIA POLÍTICA

 

 TÁBUA CRONOLÓGICA

Estudar história ajuda a entender o município de São José do Belmonte de hoje. Uma sociedade que não estuda história não consegue entender a si própria  porque desconhece as razões que a trouxeram até aqui. E,  se não consegue entender a si mesma, provavelmente também não estará preparada para construir o futuro de forma organizada e estruturada.

1857

- Ano da Fundação do Povoado do Belo Monte ou Belmonte com a construção da Capela de São José.

1859 – DISTRITO POLICIAL

Belmonte, povoação e termo de Vila Bela, Comarca de   Flores, já com algum desenvolvimento de agricultura, é elevado a 5º Distrito Policial da dita Comarca.

Distritos Policiais da Comarca de Flores:

1º Distrito – Flores, Freguesia de Flores;

2º Distrito – da Baixa Verde (Triunfo);

3º Distrito – de Colônia e Afogados;

4º Distrito – de São Francisco (Vila Bela);

5º Distrito – de Belmonte (Vila Bela).

1865 – DISTRITO DE PAZ

Criado em 16 de maio de 1865, de acordo com a LEI Nº 628 “Antonio Borges Leal Castelo Branco, presidente da Província de Pernambuco: faço saber a todos os seus habitantes que a Assembléia Legislativa Provincial decretou e eu sancionei, a resolução seguinte:

Art. 3º – Fica igualmente criado um Distrito  de Paz na Freguesia de Serra Talhada e compreenderá todo o Distrito Policial do Belmonte.

Palácio do Governo de Pernambuco, 16 de maio de 1865, 44º da Independência e do Império. L.S.

Antonio Borges Leal Castelo Branco

Presidente da Província de Pernambuco.”

1873 – FREGUESIA (PARÓQUIA)

Criada em 24 de abril de 1873, de acordo com a LEI Nº 1085

“O bacharel Henrique Pereira de Lucena, comendador da Imperial Ordem da Rosa, cavaleiro da de Cristo, juiz de Direito e presidente da Província de Pernambuco:

Art. 1º – Fica desmembrado da freguesia de Nossa Senhora da Penha de Vila Bela, e constituindo uma nova freguesia, sob a invocação de São José de Belmonte, o seguinte território: todas as águas do Riacho Boqueirão, da Fazenda Carnaúba (inclusive) para cima, e partindo desta para o sul, pela estrada Gameleira, até os limites da Fazenda Grande, compreendidas para a nova freguesia as fazendas Gameleira, São Gonçalo, Derradeira Várzea, Santa Clara, Sítio do Brejo do Gama e Entre Serras.

Art. 2º A Igreja de São José da povoação do Belmonte será a matriz da nova freguesia.

Revogam-se as disposições em contrário. Mando, portanto, a todas as autoridades a quem o conhecimento e execução da presente resolução pertencer que a cumpram e façam cumprir tão inteiramente como nela contém.

Palácio da Presidência de Pernambuco, 24 de abril de 1873, 52º da Independência e do Império.

Henrique Pereira de Lucena (barão de Lucena)

Presidente da Província de Pernambuco.”

1884

-

A Lei Provincial de nº 1824, datada de 28 de junho de 1884, no seu Art. 4º – Ficam desmembradas da freguesia de Vila Bela e pertencendo a freguesia de Belmonte, as fazendas Catolé, Roças Velhas, Massapê, Pedra Branca, Santa Maria e Barra.

1890 -

EMANCIPAÇÃO POLÍTICA

A emancipação política ocorre quando uma comunidade qualquer sai da condição de Distrito de outro município e conquista o direito de também ser município passando a ter sua própria câmara de vereadores, prefeito e prefeitura e todos os demais órgãos administrativos de um município.

A data em que o Distrito de Belmonte se desligou do município de Serra Talhada e passou a ser ele mesmo um município independente, se emancipando politicamente, ocorreu por decreto do Governo Estadual no dia 02 de outubro de 1890.

1893 – AUTONOMIA MUNICIPAL

Com o advento de Proclamação da República em 15 de novembro de 1889, os representantes do povo brasileiro, reuniram-se em Assembléia Constituinte, para organizar um regime livre e democrático, promulgaram a Constituição Republicana do Brasil em 1891, a segunda na história, a qual institui a forma federativa de estado e republicana de governo, composto pelos Estados e Municípios. A Constituição de 1891, disciplinou em seu artigo 68, que os Estados Federados se adequassem “de forma a assegurar a autonomia dos Municípios em tudo quanto respeite ao seu peculiar interesse.” Tradicionalmente, a Autonomia Municipal tem importante relevo na história brasileira, sendo inclusive anterior à autonomia estadual e à própria instituição do Federalismo no País.

No dia 03 de agosto de 1892, o Congresso Legislativo decretou a Lei nº 52 (Lei Orgânica dos Municípios), para  fazer valer a Lei da Autonomia Municipal. A partir dessa data, os municípios tinham então um ano para organizar sua legislação interna e se organizarem. Houve municípios que não se constituíram e foram anexados a outros, o que não aconteceu com o de Belmonte, que antes do prazo se extinguir, entregou todas as Leis ao governador para a apreciação do Congresso Legislativo. Portanto no dia 26 de junho de 1893, o subprefeito em exercício senhor Antônio Cassiano Pereira da Silva, envia ao governador de Pernambuco o ofício remetendo as referidas Leis, as quais foram promulgadas para o fim de ser considerado município autônomo.

1909 -

ELEVADA A CIDADE

A sede municipal obteve então foros de CIDADE através da Lei Estadual Nº 991 em 01 de julho de 1909.

Postado por: Iêda Araújo

SANTO ANTÔNIO DO BOM NOME

As preliminares desse Distrito vêm do século XIX, surgido na antiga fazenda Sabonete, de propriedade de José Carlos Rodrigues, remanescente da Casa da Torre, e onde foi estabelecido um dos grandes  currais pertencentes aos membros da família Pereira. Todavia, além dessa família, no início o seu principal contingente humano também se constituiu dos Rodrigues do Nascimento, Ferreiras da Cunha, Bezerra, Gomes e Barbosa Leal, Ribeiro de Freitas, Araújo e tantas outras, ligadas a essas consanguineamente.

Por volta de 1902, nessa ribeira povoada pelas famílias citadas, foi que o povoado começou a surgir com a primeira denominação de “Malhada do Bom Nome”, oriundo da vegetação existente em abundância naquelas paragens.

Surgiu impulsionado com uma concorridíssima feira, realizada primeiramente nos domingos de cada semana, e que funcionava em um local protegido por um galpão, com grossas colunas de madeiras, e coberto de telhas.

As primeiras casas pertenceram aos irmãos Antônio, Manoel, Tibúrcio, João e Justino Bezerra do Nascimento, ao coronel Manoel Pereira Lins (Seu Né da Carnaúba), ao capitão Rufino Gomes Barbosa Leal, ao major Jeremias Leal, Neco Valões, Antônio Araújo, Napoleão Alves de Araújo, Mariinha da Lagoa, dentre outros.

A Capela votiva, dedicada a Santo Antônio de Pádua, Padroeiro da localidade, foi construída em 1905. A numerosa família Bezerra do Nascimento, habitante das fazendas Cacimbas, Sabonete, Carnaubinha, Logradorzinho, Angicos dos Ferros e a própria vila que continuava edificando construções, recebendo a influência que incentivava os moradores das vizinhanças, movidos pelos princípios religiosos e sociais, que induz o ser humano para viver em comunidade, tomaram a iniciativa de construírem a capela. Assim, reuniram-se todos os descendentes de José Bezerra dos Anjos, e deram início à construção da obra, tendo à frente Antônio Bezerra, em colaboração com o povo reunido em mutirão, com vasilhas, carregando barro e tijolos para a sua conclusão. Nunca se viu tantos trabalharem tanto, com fé, ideal e sacrifício para a construção dessa Capela. Até dona Pautília, esposa de Seu Né da Carnaúba, vinha de sua fazenda com suas empregadas para ajudar na alimentação dos trabalhadores.

Ao término da obra, foi colocada, no seu altar, a imagem de Santo Antônio, o Padroeiro, doação exclusiva de seu Antônio Bezerra do Nascimento, como também o sino, que na ocasião foi instalado. O transporte da imagem foi efetuado pelo frei Afonso Bento, da cidade de Flores. A cada 13 de junho de cada ano, realizava-se a festa de Santo Antônio. Bom Nome então se revestia de contentamento para a celebração do seu querido Padroeiro.

Bem próximo da Vila existe uma elevação, que, por sinal, é a mais alta da redondeza, conhecida como Monte de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, que ao mais descuidado observador denota a devoção e a simplicidade do seu povo. Com o mesmo espírito de fraternidade, foi erguida no cume desse monte uma capelinha destinada ao abrigo da imagem do Socorro, decorrente de uma promessa feita por dona Januária, 2ª esposa de Manoel Desidério do Nascimento, no início do século XX, florescendo, a partir de então, as visitas dos devotos, que fortificados pela fé, ainda hoje sobem os degraus na ladeira que dá acesso ao local indicado às romarias.

Unidos por laços de verdadeira amizade, os elos das famílias do povoado de Bom Nome se firmaram e se fecharam numa só corrente, quando, em 19 de abril de 1918, em casa de Cícero Bezerra do Nascimento, compareceram Manoel Pereira Lins e sua esposa, dona Pautília Menezes Lins, residentes na fazenda Carnaúba; Antônio Bezerra do Nascimento e sua esposa, Constança Maria do Nascimento, residentes na fazenda Maracujá; e Antônio Ferreira de Lima e sua esposa, Josefa Alves Pereira, residentes na Vila, e de comum acordo fazem a

“Doação ao Patrimônio da Capela de Santo Antônio de Pádua, d’um terreno com 160 braças em quadro, extremando-se ao nascente no marco onde tem uma quixabeira; ao poente com terras de Umbelina Maria da Conceição; ao norte com o riacho de Belmonte e ao sul onde de direito der as 160 braças devidamente demarcadas, que eles outorgantes possuem ditas terras havidas por compras os primeiros outorgantes a Antônio Ferreira de Lima e sua mulher, os dois últimos aos herdeiros de Joaquim Ferreira da Cunha. Que ao mesmo Patrimônio tenha servidão perpétua nas águas de uma cacimba, existente no riacho de Belmonte, ponto final das referidas terras. Vila de Bom Nome, 19 de abril de 1918”.

(Escritura de Doação do Patrimônio de Santo Antônio de Pádua da Vila de Bom Nome, registrada no 2º Ofício da Comarca de Belmonte, no 3º livro de Notas – pág.90).

A semente do progresso plantada em Bom Nome pelos antigos frutificou. Com o passar dos anos, foi instalado o Cartório do Registro Civil, Agência Postal e Telégrafo, Posto de Saúde, escolas municipais e estadual e um concorrido comercial. Houve também, na Vila, uma usina de beneficiamento de caroá, da firma Pinto Alves e Cia., um armazém com escritório da Boxwell, a instalação em 03 de fevereiro de 1946 do Posto de gasolina ESSO, de José Rodrigues de Lima, bem como a instalação em 1960, da RODASA – Rodrigues Distribuidora Automobilística S/A, desse mesmo senhor.

No rigoroso inverno de 1947, a promissora Vila de Bom Nome teve seus casarões devorados pelas enchentes violentas do Riacho do Cristovão. Com muito sacrifício, a Vila conseguiu superar essa calamidade e ressurgir com ânimo de progresso.

No decorrer de sua história, Bom Nome sempre foi bem representado na Prefeitura e na Câmara Municipal de São José do Belmonte. Sempre trabalhando em prol desse importante Distrito, pessoas de pulso forte como Manoel Desidério do Nascimento, Antônio Joaquim de Araújo, Manoel Pereira Lins, Jacinto Alves de Araújo, Joaquim Pedro Leal, Pedro Leão Leal, Leônidas Pereira de Menezes, José Ferreira da Silva, Zuleide de Carvalho Pereira, Mário Rodrigues do Nascimento, Maria Ivone Leal de Araújo Menezes, Rogério de Araújo Leão, Cícera Maria Pereira de Carvalho, José Pereira Silva Lins e Eler Napoleão de Albuquerque Júnior, dentre outros, que não devem nunca ser esquecidos.

Dentre os filhos ilustres de Bom Nome nunca poderá ser esquecido o nome do maestro Moacir Santos que se notabilizou como grande músico e compositor, nascido no dia 26 de julho de 1926. Grande instrumentista e arranjador, compôs boleros, valsas e marchas. A obra de Moacir Santos é mais conhecida no exterior do que mesmo no Brasil. Em 1967 foi morar nos Estados Unidos (fixou residência em Los Angeles) onde inicialmente trabalhou em trilhas sonoras. Foi assistente do compositor Henry Mancini e tocou e gravou com grandes nomes do jazz. Nelson Gonçalves e Nara Leão foram alunos do mestre Moacir.

Valdir José Nogueira de Moura.

Postado por: Iêda Araújo

AABB – Associação Atlética Banco do Brasil – 35 anos de existência

 

Nada é mais importante a uma instituição que os valores das pessoas que a constituem.

A AABB São José do Belmonte nasceu da união de homens sonhadores, mas de ideais sólidos. A sua fundação ocorreu no dia 04 de junho de 1977, dia também da sua inauguração. Seu primeiro presidente foi o Sr. Celso Alves de Almeida. O objetivo na ata de fundação foi “funda uma associação destinada à confraternização dos funcionários e seus familiares, e sociais, incentivar a cultura intelectual e artística e manter intercâmbio entre entidades congêneres.”

A inauguração do primeiro espaço destinado a AABB aconteceu no dia 04/06/1977, em um prédio localizado na Praça Pires Ribeiro, centro da cidade de São José do Belmonte, local onde anteriormente funcionou a primeira agência do Banco do Brasil S/A – São José do Belmonte, inaugurada em 15 de novembro de 1975. Hoje no local funciona a Academia Boa Forma.

O cerimonial de instalação da AABB – Belmonte, foi presidido pelo Sr. Jota Lagos, cronista social da cidade de Caruaru – PE. A orquestra MARAJOARA da cidade de Sertânia animou o concorrido baile de fundação. Na ocasião foi escolhida a rainha da AABB, sendo eleita a senhorita Maria das Graças Pereira de Carvalho. Também concorreram ao título: Antônia Silva Rocha, Ana Lúcia Tiburtino de Lima e Lúcia de Fátima Vieira Terto.

Após 35 anos da data de sua fundação, a AABB – São José do Belmonte continua forte e proporcionando cada vez mais opções de lazer aos seus associados e familiares.

 

Postado por: Iêda Araújo

 

 

 

A Pedra Sagrada da Vida e da Arte

A Cavalgada da Pedra do Reino reproduz um ciclo secular, onde a vida e a arte se alternam. A origem da festa é o Romance da Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta, a obra-prima, no campo literário, de Ariano Suassuna. O eixo central do romance de Ariano Suassuna gira em torno do movimento sebastianista que, iniciado em 1835, culminou, nos dias 14, 15 e 16 de maio de 1838, com o sacrifício de trinta crianças, doze homens, onze mulheres e quatorze cachorros.
A história, porém, não é tão simples. O desaparecimento do rei português Dom Sebastião na Batalha de Alcácer-Quibir, travada, em 1578, no norte da África, entre mouros e cristãos, transformou-se num sonho de redenção para as populações pobres do império lusitano. Acreditava-se que D. Sebastião – um rei guerreiro, casto e bondoso – ressuscitaria e promoveria a redenção espiritual e econômica dos desfavorecidos, eliminando a nobreza e distribuindo suas terras e suas riquezas.
O mito sebastianista, após conquistar as mentes e os corações lusitanos, cruzou o Atlântico a bordo das caravelas e, encontrando terreno fértil na forte religiosidade popular que aqui floresceu, transformou-se num dos temas principais da literatura de cordel. Nas primeiras décadas do século 19, um desses folhetos, de autor desconhecido, foi parar nas mãos do mameluco João Antônio dos Santos, morador nas cercanias da Pedra Bonita.
Dizia o poeta anônimo, que Dom Sebastião retornaria ao reino dos vivos para fundar um império universal. Além disso, profetizava que “quando João se casasse com Maria, aquele reino se desencantaria”. Apaixonado por uma certa Maria, cujo pai negara-lhe a mão da filha por ser ele, João, de origem humilde, o mameluco vislumbrou no folheto a possibilidade de alcançar a felicidade.
Corria o ano de 1836. João, carregando nas mãos duas pedrinhas brilhantes e, no bolso, o folheto de cordel, percorreu o sertão do Pajeú pregando uma nova utopia: a ressurreição de Dom Sebastião e a criação de um reino de justiça, prosperidade e liberdade. As duas pedras gigantes da Serra do Catolé, segundo ele, transmudar-se-iam nas torres da catedral, ou castelo, do novo reino. À sombra das pedras – a maior, com 33 metros de altura e, a menor, com 30 – João Antônio, à frente de grande romaria, fazia seus discursos.
A agitação promovida pelo mameluco despertou receios junto à Igreja católica e aos fazendeiros da região. O vigário de Flores, à qual estava subordinada em termo a Comarca de Villa Bela, após intensa busca, encontrou o pregador sebastianista que, após severa repreensão, desapareceu do Pajeú. Ocorre que João Antônio, “exilado” no Ceará, mantinha acesa a chama sebastianista através de seu cunhado, João Ferreira, que permanecera próximo às pedras, arregimentando novas legiões de fiéis.
No que tinha João Antônio de esperto, tinha em dobro João Ferreira em fanatismo. O novo líder exigiu o tratamento de “Rei” e instaurou a poligamia – ele próprio chegou a ter sete mulheres. Casando e batizando através de um falso padre, João Ferreira criou um ritual segundo o qual todas as noivas dormiriam com ele a primeira noite, para que fossem “dispensadas”. Por ordem dele, ninguém podia tomar banho nem lavar as roupas, até o desencantamento do rei Dom Sebastião. A alucinação coletiva era garantida, além da pregação religiosa, por uma beberagem chamada “vinho encantado”, composto fitoterápico à base de jurema e manacá.
João Ferreira atingiu o ponto máximo do delírio quando anunciou que Dom Sebastião só desencantaria quando as pedras fossem lavadas com sangue. Os sacrificados – prometia ele – ressuscitariam poderosos e imortais; os velhos voltariam como moços; os pobres ficariam ricos e os negros se transformariam em brancos (isto é, em homens livres). A carnificina realmente banhou de sangue as duas pedras. O pai de João Ferreira foi o primeiro a imolar-se. Isabel, uma das mulheres do líder, foi degolada pelo próprio marido.
O cunhado de João Ferreira, Pedro Antônio, revoltado, anunciou que Dom Sebastião, para ressuscitar, reclamava a presença de João Ferreira. Incitada, a multidão matou João Ferreira, dando margem à autoproclamação de Pedro Antônio como o novo líder da Pedra do Reino. Alertados pelo vaqueiro José Gomes, que assistira aos primeiros sacrifícios, o major Manuel Pereira da Silva, comandando uma tropa de 30 homens fortemente armados, chega à Pedra Bonita no dia 18 de maio e, após uma refrega com os fanáticos, com um saldo de trinta fiéis mortos, inclusive Pedro Antônio, pôs fim ao reinado de sangue.
Os fatos sangrentos de Pedra Bonita renderam alguns dos momentos majestosos da historiografia e da literatura brasileiras. No primeiro caso, um dos documentos mais importantes é Memória Sobre a Pedra Bonita ou Reino Encantado na Comarca de Villa Bella, Província de Pernambuco, escrito, em 1875, por Antônio Áttico de Souza Leite. Em 1938, José Lins do Rego escreve Pedra Bonita, um de seus belos romances. Araripe Júnior, em 1974, lança O Reino Encantado. E, em 1971, Ariano Suassuna lança, ao que parece, a obra definitiva – o Romance da Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta.

Assim é fácil! Duas cartomantes usavam a internet para “comunicação espiritual”

Perder entes queridos nunca é fácil, afinal de contas, são anos de convivência que passam a ficar apenas na memória. Infelizmente, há muitas pessoas que utilizam esses momentos de fraqueza alheia para se aproveitar e ganhar algum dinheiro. É o caso de duas cartomantes da Romênia, que prometiam conexões espirituais com os mortos, mas eram apenas farsantes.

Segundo o Austrian Times, Vanessa e Melissa (as cartomantes) prometiam encontrar as almas dos falecidos para que fosse feita a comunicação. Para provar que estavam realmente entrando em contato, descreviam as pessoas fisicamente e também davam alguns detalhes sobre os feitos deles em vida. Parece realmente uma comunicação espiritual, mas o único dom que as cartomantes tinham era o de saber usar o Google e as redes sociais.

Foi comprovado que elas utilizavam a internet para encontrar os detalhes já mencionados. Dessa forma, as farsantes conseguiam saber exatamente sobre quem estavam precisando falar. Antes de serem descobertas, as duas cartomantes fizeram várias vítimas, que acabavam pagando grandes quantias de dinheiro pelas comunicações – e também pela proteção contra as forças do mal.

Muito além da internet

A polícia chegou até as farsantes depois que elas exageraram “um pouco” nas armações. Após pedirem para uma das clientes levar uma determinada quantia de dinheiro para ser jogado em um lago, contrataram um cúmplice para se vestir com roupas estranhas e assustar a vítima, que acabou deixando o dinheiro no local.

Não demorou para que as ligações entre os fatos fosse realizada, o que levou a polícia até o nome das duas. Elas ainda não foram presas, mas vão enfrentar vários processos na justiça da Romênia.

Fonte: Austrian Times

A vírgula de “mas”

Há um costume de sempre se empregar uma vírgula junto da conjunção “mas”. Para algumas pessoas, isso é automático: apareceu “mas” na oração, vírgula! No entanto, nem sempre essa conjunção adversativa é acompanhada de vírgula.

A obrigatoriedade da vírgula só existe quando ela liga orações de um mesmo período:

Ele falou muito, mas não disse nada.
Saiu cedo, mas chegou tarde.
Come muito, mas não engorda.

Note que, nesse caso, a vírgula sempre vem antes de “mas”.

A vírgula, porém, é facultativa quando esse “mas” localizado no meio do período tem valor aditivo (equivale a “e”):

Não só o pai mas também o filho viajaram.
Não só o pai, mas também o filho viajaram.

 

 

Quando a conjunção “mas” aparece no início do período, a conversa é outra. Aqui, só haverá vírgula depois dela se houver uma frase intercalada separando-a do resto da oração da qual ela faz parte.

Observe os exemplos:

Mas, apesar dos esforços, a meta não foi alcançada.
Mas, reconhece o ministro, o Brasil precisa economizar mais energia.
Mas, se o quadro não for alterado, o apagão é inevitável.

 

Veja que em todos os exemplos aparece uma frase entre vírgulas.

Esse detalhe é muito importante, porque uma única vírgula depois do “mas” que inicia período é indicativo de erro.

Isto é, se não forem duas vírgulas, a pontuação provavelmente estará equivocada.

 

Fonte: NE10

 

Postado por Iêda Araújo

Como saber se um produto é transgênico

Atualmente encontramos diversos alimentos com matéria prima à base de transgênicos e desde 2003 existe no Brasil o decreto de rotulagem (4680/2003), que obrigou empresas da área da alimentação, produtores, e quem mais trabalha com venda de alimentos, a identificarem, com um “T” preto, sobre um triângulo amarelo, o alimento com mais de 1% de matéria-prima transgênica.

A resistência das empresas foi grande, e muitas permaneceram sem identificar a presença de transgênicos em seus produtos. O Ministério Público Federal investigou e a justiça determinou que as empresas rotulassem seus produtos, o que começou a ser feito a partir de 2008.

A rotulagem de produtos transgênicos é um direito básico dos consumidores. Todos nós temos o pleno direito de saber o que consumimos. A leitura de rótulos é muito importante para identificar alimentos com o menor índice de aditivos químicos preservando nossa saúde e também perceber se na embalagem existe o selo de identificação de transgênicos, que muitas vezes está bem pequeno e no cantinho.

É verdade, temos transgênicos no mingau do bebê, nos óleos de soja, milho e algodão. Interessante saber também que a cânola é uma planta transgênica. A alternativa é o óleo de girassol ou o azeite de oliva para quem quer consumir produtos não transgênicos.

Uma alimentação orgânica certificada ainda é o que podemos fazer de melhor para fugir dos transgênicos, agrotóxicos, promotores de crescimento e aditivos químicos. O objetivo deste texto é alertar que é preciso tomar uma posição, seja quanto à informação, à alimentação, ao Meio Ambiente ou à maneira como somos tratados pelas Empresas. Compromisso e respeito são essenciais em todas as relações.

 

Fonte: Coletivo Verde

 

Postado por Iêda Araújo

Dicas de português: acender e ascender

Apesar de muito parecidos na escrita e praticamente iguais na fala, acender e ascender tem significados muito diferentes.

Você já deve ter ouvido falar da Ascensão de Jesus, ou seja, da subida de Jesus aos céus!

O sentido de ascender é justamente esse: subir, elevar-se.

O outro verbo, “acender”, com “c”, é pôr fogo, ligar ou alumiar. Pode possuir ainda o sentido de animar, gerar vontade.

Quem nunca disse: (tu) Acende o fósforo, por favor! Ou Acenda o fósforo, por favor! (você)

 
Veja outros exemplos:

a) Vamos ascender mais um andar porque ainda não é nesse! (subir)
b) Ele acendeu a tocha e percorreu o caminho sem parar! (pôr fogo)
c) Espero que essa experiência acenda em mim mais amor pelas pessoas! (gerar vontade)
d) Você ascendeu a um novo patamar: agora fará parte da equipe diretória! (ser elevado)

   

 

Lembre-se: o verbo acender é abundante e admite dois particípios: acendido e aceso. O gerúndio é acendendo. Já o verbo ascender é regular e, portanto, possui apenas um particípio: ascendido. O gerúndio é ascendendo

 

Fonte: Brasil Escola

 

Postado por Iêda Araújo

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