Últimas notícias
Você está aqui: Capa » Espiritismo (Página 2)

Arquivo da categoria: Espiritismo

A morte do justo

Celebrando os 147 anos do lançamento de “O Céu e o Inferno”, selecionamos texto publicado nesta inestimável obra, assinada por um Espírito que se identificou como Georges.

“A morte do homem de quem vos ocupais neste momento foi a de um justo, isto é, acompanhada de calma e de esperança. Assim como o dia sucede naturalmente à aurora, a vida espírita sucedeu, para ele, à vida terrestre, sem abalos, sem dilaceramento, e seu último suspiro foi exalado num hino de reconhecimento e de amor. Bem poucos atravessam assim essa rude passagem! Bem poucos, após os entusiasmos e os desesperos da vida, concebem o ritmo harmonioso das esferas!
Assim como o homem saudável, mutilado por uma bala, ainda sofre dos membros dos quais está separado, a alma do homem, que morre sem fé e sem esperança, se dilacera e palpita ao ir se escapando do corpo, e se lançando, inconsciente de si mesma, no espaço.
Rogai por essas almas perturbadas; rogai por todo aquele que sofre; a caridade não está restrita à humanidade visível: ela socorre e consola também os seres que povoam o espaço. Tendes a prova tocante desse fato pela conversão tão inesperada desse espírito, comovido pelas preces feitas junto ao túmulo do homem de bem, que deveis interrogar, e que deseja vos fazer progredir no bom caminho. O amor não tem limites; ele preenche o espaço, dando e recebendo alternadamente suas divinas consolações. O mar se desenrola numa perspectiva infinita; seu limite parece confundir-se com o céu, e o espírito está deslumbrado pelo magnífico espetáculo dessas duas grandezas. Assim é o amor, mais profundo que as ondas, mais infinito que o espaço, ele deve reunir a todos, vivos e espíritos, na mesma comunhão de caridade, e realizar a admirável fusão do que é finito e do que é eterno.

Por Petrolina Espírita

 

O Céu e o Inferno

“Por mim mesmo juro — disse o Senhor Deus — que não quero a morte do ímpio, senão que ele se converta, que deixe o mau caminho e que viva.” (EZEQUIEL, 33:11.)

 O mês de agosto marca a estréia de “O Céu e o Inferno”. Publicada em 1865, a obra que integra o pentateuco espírita tem inegável feição filosófico-religiosa e junto com “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, pode-se dizer, são a estrutura do que se pode chamar de “teologia espírita”.

A obra compõe-se de duas partes: na primeira, Kardec realiza um exame crítico, procurando apontar contradições filosóficas e incoerências com o conhecimento científico, superáveis, segundo ele, mediante o modelo espírita da fé raciocinada. São expostos vários assuntos – causas do temor da morte, porque os espíritas não temem a morte, o céu, o inferno, o inferno cristão imitado do pagão, os limbos, quadro do inferno pagão, esboço do inferno cristão, purgatório, doutrina das penas eternas, código penal da vida futura, os anjos segunda a igreja e o Espiritismo. Aborda também vários pontos relacionados com a origem da crença dos demônios, segundo a igreja e o Espiritismo, intervenção dos demônios nas modernas manifestações, e a proibição de invocar os mortos.

Na segunda parte, constam dezenas de diálogos estabelecidos entre Kardec e diversos espíritos através de médiuns, nos quais estes narram as impressões que trazem do além-túmulo, e de como se deu o processo de desencarne para pessoas de diferentes tipos de caráter. Kardec reuniu várias dissertações de casos reais, a fim de demonstrar a situação da alma, durante e após a morte física, proporcionando ao leitor amplas condições de compreender a ação da Lei de Causa e Efeito, em perfeito equilíbrio com as Leis Divinas; assim, constam desta parte, narrações de espíritos felizes, infelizes, espíritos em condições medianas, sofredores, suicidas, criminosos e espíritos endurecidos.

O Céu e o Inferno coloca ao alcance de todos, os conhecimentos do mecanismo pelo qual se processa a Justiça Divina, em concordância com o princípio evangélico: “A cada um segundo suas obras”.

Divaldo Pereira Franco em Recife

A Federação Espírita Pernambucana convida a Todos para participar de Palestra com o Confrade e Emérito Conferencista Espírita Baiano – Divaldo Pereira Franco, fundador da Mansão do Caminho, entidade benemérita situada em Salvador – BA.

Data: Domingo, dia 26/08/2012, das 16h às 17h
Local: Auditório da Federação Espírita Pernambucana

Por Petrolina Espírita

A determinação em recomeçar

“Levantar-me-ei e irei ter com meu pai…”. (Lucas, 15:18)

Quando o filho pródigo, descrito na parábola por Jesus, deliberou retornar aos braços paternos, após ter recebido sua herança e a desperdiçado em futilidades e ilusões, criou para nossa reflexão um dos mais significativos símbolos de arrependimento, coragem, determinação e maturidade.

Reconhecendo seus equívocos não vacilou em recomeçar, aceitando a condição de um empregado da propriedade do pai, pois tinha consciência de que não merecia ser tratado mais como um filho, embora não esperasse a reação fraterna do genitor, que, ao avistá-lo, o acolheu num abraço carinhoso e meigo.

De nossa parte, inúmeras vezes também deliberamos seguir caminhos contrários àqueles que nos asseguram avanço moral, prosperidade intelectual e crescimento espiritual, criando a urgente necessidade de decidirmos por novos rumos e outras direções, sustentadas pela esteira dos valores da dignidade, da honra e da honestidade.

Se preciso, ergamo-nos da inércia, da apatia e do desânimo e, fortalecidos pela fé, deixemos a rede macia do comodismo em esperar que a vida nos dê tudo de forma gratuita e busquemos conquistar virtudes, enquanto empreendemos esforços para a extinção dos defeitos, que ainda nos mantêm na condição de inferioridade e sofrimento.

Se a tristeza insistir em povoar os nossos pensamentos e derramar insatisfações em nossa vida, levantemos a confiança em Deus e tenhamos a certeza inconteste de que o Pai Celestial, amoroso e bom, justo e perfeito, em circunstância alguma deixará de atender às nossas necessidades.

Se a moléstia insidiosa continuar a nos manter no leito de dor, embora todos os esforços de médicos, hospitais e remédios, levantemos a esperança nos dias do porvir, nos recursos que a tecnologia vem desenvolvendo, pois o amanhã poderá surgir com novas cores e propostas.

Se familiares queridos deixaram o nosso convívio pelos mecanismos da desencarnação, renascendo para a vida espiritual, abrindo enorme lacuna em nossos corações, que se repletam de saudades, levantemos a certeza na imortalidade e prossigamos convictos de que um dia, no futuro, em outras dimensões vibratórias, novamente estaremos com eles.

Se o abandono e a solidão estiverem nos acompanhando com frequência, escurecendo os nossos momentos e amargurando a nossa vida, levantemos a vontade de refletir e meditar, pois, às vezes, diante do nosso comportamento e atitudes, quem sabe estaremos impedindo a aproximação das pessoas ao nosso redor?

Se os recursos financeiros e materiais se escassearam, criando dificuldades e embaraços para que possamos honrar nossos compromissos, levantemos a força e a perseverança e saiamos a trabalhar ainda mais, na confiança de que o labor nos conduzirá a novas perspectivas.

Se os filhos que chegaram ao nosso lar e para os quais nos empenhamos ao máximo, visando educá-los, mostrando-lhes os caminhos da decência e da dignidade, resolveram não atender aos nossos insistentes apelos de moralidade, levantemos a paciência e esperemos pelas sábias lições da vida, que farão, certamente, aquilo que não conseguimos agora fazer.

O filho pródigo, depois de perceber o equívoco cometido, diante do sofrimento decorrente da escassez de recursos financeiros, por ter gasto a herança recebida de forma inútil, inconsequente e irresponsável, caindo no arrependimento, teve forças para levantar, sacudir a poeira e voltar ao lar paterno, nem que fosse na condição de um empregado do pai, para recomeçar a vida.

Em oportunidades inúmeras, também nós, ao percebermos os erros e os enganos deliberados, temos absoluta necessidade de levantar a nossa vida e buscar o apoio de Deus, para recomeçar, e, por certo, Ele também abrirá seus braços para nos acolher num abraço…

Reflitamos…

Publicado em O Consolador

 

Humildade

“Sabeis que os príncipes das nações as dominam e que os grandes os tratam com império. – Assim não deve ser entre vós; ao contrário, aquele que quiser tornar-se o maior, seja vosso servo; – e, aquele que quiser ser o primeiro entre vós seja vosso escravo; – do mesmo modo que o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a vida pela redenção de muitos.” (Mt. 20: 20-28.)

A humildade é a mais valiosa e a mais difícil das virtudes a conquistar. O mundo no qual vivemos sob a predominância da matéria é marcado pela competição. Do mundo microscópico das bactérias às formas mais elaboradas da criação, a competição é a regra.

De fato é mister reconhecer que a competitividade é útil à evolução, mas nas fases mais simples e primitivas do ser na caminhada da inconsciência para a consciência. Ao adquirir a certeza da imortalidade, ampliada pela compreensão da razão e do funcionamento das leis que regem a tudo no mundo e no Universo, desde as formas mais simples e complexas, à medida que essa compreensão se dilata, o ser humano vai percebendo que a competição (que na vida em sociedade pode ser traduzida como: satisfação em se ver acima dos outros, mais-valia pessoal, predominância sobre outras pessoas das mais variadas formas) vai assumindo o papel de um problema, um entrave à continuidade da evolução. Jesus foi enviado pela misericórdia e amor de Deus para nos dar o alerta, para abrir olhos e ouvidos da humanidade e mostrar o caminho a seguir.

Colaboração, cooperação, compartilhamento, comando (em vez de mando), abertura para assimilação de novas ideias e modos de ver o mundo focados mais na realidade espiritual, são esses alguns exemplos das mudanças de atitudes e comportamentos que Jesus veio ensinar e que já se percebem nos dias atuais com mais força e intensidade.

Tudo isso passa pela necessidade de cultivar muitas virtudes e a mais importante delas é a humildade. Jesus foi o maior e mais perfeito exemplo de humildade com que Deus nos presenteou. O maior e mais perfeito exemplo de ser humano se submeteu à pequenez daqueles que o rejeitaram. O mais sábio de todos deixou-se sucumbir pela ignorância dos que se consideravam a nata da humanidade. As suas ideias e palavras, de perfeita elaboração e clareza, não se impôs aos sofismas daqueles que o não compreendiam.

Ser capaz de superar a si mesmo, de controlar e submeter os próprios instintos básicos, eis a meta maior que essa etapa evolutiva nos propõe e isso só será possível através do cultivo e do fortalecimento da humildade, como Jesus mostrou ser plenamente possível.

Por Petrolina Espírita

São João Batista e Reencarnação

Festas juninas ou festas dos santos populares são celebrações que acontecem em vários países historicamente relacionadas com a festa pagã do solstício de verão na europa ou do inverno no Brasil, que era celebrada no dia 24 de junho, segundo o calendário juliano (pré-gregoriano) e cristianizada na Idade Média como “Festa de São João”. Os outros dois santos populares celebrados nesta mesma época são São Pedro e São Paulo (no dia 29) e Santo Antônio (no dia 13).

Essas celebrações são particularmente importantes no Norte da Europa — Dinamarca, Estónia, Finlândia, Letônia, Lituânia, Noruega e Suécia —, mas são encontrados também na Irlanda, na Galiza, partes do Reino Unido (especialmente na Cornualha), França, Itália, Malta, Portugal, Espanha, Ucrânia, outras partes da Europa, e em outros países como Canadá, Estados Unidos, Porto Rico, Brasil e Austrália.

De origem europeia, as fogueiras juninas fazem parte da antiga tradição pagã de celebrar o solstício de verão. Assim como a cristianização da árvore pagã “sempre verde” em árvore de natal, a fogueira do dia de “Midsummer” (25 de junho) tornou-se, pouco a pouco na Idade Média, um atributo da festa de São João Batista, o santo celebrado nesse mesmo dia. Ainda hoje, a fogueira de São João é o traço comum que une todas as festas de São João europeias (da Estônia a Portugal, da Finlândia à França). Uma lenda católica cristianizando a fogueira pagã afirma que o antigo costume de acender fogueiras no começo do verão europeu tinha suas raízes em um acordo feito pelas primas Maria e Isabel. Para avisar Maria sobre o nascimento de São João Batista e assim ter seu auxílio após o parto, Isabel teria de acender uma fogueira sobre um monte.

Quem foi João Batista?

Porque ele é tão importante para o cristianismo?

João Batista é considerado o “Precussor”, aquele que veio para preparar o advento de Jesus. Ele, assim como Jesus de Nazaré, teve a vida inteira, desde a concepção, narrada até o seu desfecho trágico, assim como se deu também com o Divino Mestre.

João Batista é citado nos evangelhos como o maior de todos os homens dos que já haviam nascido até então (Mt 11: 11). E era crença comum entre os judeus que o profeta Elias haveria de “voltar”, ou mesmo João Batista, demonstrando que o retorno à vida física era algo comum na crença judaica (Mt. 16: 14 – Mc. 6: 14-15 – Mc. 8: 27-28 – Lc. 9: 7-8. Ver também Isaías 26:19). E Jesus, na narrativa evangélica de Mateus, afirma que João Batista é o próprio Elias que voltou (Mt. 11: 12-15).

Os festejos juninos, de forma semelhante ao que ocorre no Natal, é uma celebração familiar. Em muitas cidades do Brasil e do mundo, os festejos juninos servem para reunir a família em torno da fogueira junina, é oportunidade de confraternização, de alegria e de celebração.

A associação da figura de São João Batista à crença na reencarnação é muito justa e oportuna, visto que a reencarnação vem confirmar a imortalidade da alma e não só, vem demonstrar que não existe erro sem reparação, que a morte física não separa as pessoas que se amam, em definitivo. Essa crença ainda destrói quaisquer preconceitos de casta ou de cor que são distinções fragilmente baseadas em aspectos puramente físicos e transitórios. A afeição real, verdadeira e que nunca se extingue é a que se estabelece entre as almas.

Allan Kardec expôs de forma cristalina essa ideia, em O Evangelho Segundo o Espiritismo (Cap. IV, 18):

Está bem visto que aqui se trata de afeição real, de alma a alma, única que sobrevive à destruição do corpo, porquanto os seres que neste mundo se unem apenas pelos sentidos nenhum motivo têm para se procurarem no mundo dos Espíritos. Duráveis somente o são as afeições espirituais; as de natureza carnal se extinguem com a causa que lhes deu origem. Ora, semelhante causa não subsiste no mundo dos Espíritos, enquanto a alma existe sempre. No que concerne às pessoas que se unem exclusivamente por motivo de interesse, essas nada realmente são umas para as outras: a morte as separa na Terra e no céu.

Que possamos neste dia consagrado a São João Batista termos em mente que a maior celebração que se pode fazer é à vida e à bondade de Deus. Lembremos do seu exemplo, como fiel seguidor de Jesus Cristo, e nos esforcemos para termos a mesma coragem a fim de permitirmos que Jesus brilhe em nós e através de nós.

Viva São João!

Fontes consultadas:
- Bíblia on-line
- Evangelho Segundo o Espiritismo
- Wikipedia

Benefícios da Gratidão

Por Christiano Torchi

As regras de etiqueta social ditam normas que a pessoa deve seguir, no caso de ser beneficiada com algum obséquio. A retribuição e a gentileza fazem parte do conjunto de preceitos dessa cartilha de bons modos. A gratidão, porém, é uma virtude moral que transcende a simples retribuição por bons modos expressos em regras de conduta social que dão o verniz da civilização.

Já a ingratidão, antípoda da primeira, é uma doença da alma que denota o atraso moral em que nos encontramos. Filha do egoísmo, é causa de muitas frustrações e decepções para os corações humanos. Os Espíritos superiores recomendam que ante a ingratidão conservemos o equilíbrio, pois o ingrato é um enfermo digno de piedade a nos testar a abnegação e a perseverança na prática do bem.

Na vida social, todos somos devedores uns dos outros, seja nos pequenos como nos grandes lances da existência, em que precisamos do socorro alheio. Acima de tudo, somos devedores do Criador que nos cobre de bênçãos diárias, às quais não damos valor, pois as consideramos triviais em nossas vidas, como o corpo que envergamos – essa maravilhosa máquina –, o ar, a água, o alimento, a afeição dos entes queridos etc.

Continuar lendo…

 

 

Folha Espírita de Petrolina

É com alegria que noticiamos o lançamento do mais novo canal midiático de divulgação da doutrina espírita em nossa região: Folha Espírita de Petrolina. O jornal foi lançado em março deste ano com tiragem bimestral. O responsável pela feliz iniciativa é Romário Menezes.

Rogamos o apoio de todos os espíritas de Petrolina e Região para a iniciativa do nobre companheiro de ideal, cujo esforço acreditamos já contar com o apoio dos bons espíritos.

Dando nossa contribuição, reproduzimos abaixo o editorial da Edição n. 1:

Fora da Caridade não há salvação

Vivemos um grave momento de transformações físicas e morais em nosso planeta e a sociedade terrena parece, cada vez mais, distante dos objetivos espirituais que o Cristo falou e exemplificou acerca da caridade, sobretudo na parábola do bom samaritano.

Quanto mais desenvolvida científica e tecnologicamente, a Humanidade distancia-se do “fazer aos outros o que gostaríamos que os outros nos fizessem”, haja vista que o orgulho, o egoísmo e a indiferença campeiam no coração dos humanos – basta verificar o crescente número de miseráveis e de criaturas que morrem de fome diariamente.

Não devemos esquecer que “toda a moral do Cristo se resume na caridade e na humildade, isto é, nas duas virtudes contrárias ao egoísmo e ao orgulho”… “De tal modo compreendeu S. Paulo essa grande verdade que disse: Quando mesmo eu tivesse a linguagem dos anjos; quando tivesse o dom da profecia, que penetrasse todos os mistérios quando tivesse toda a fé possível, até ao ponto de tranportar montanhas, se não tiver caridade nada sou…” (O Evangelho Segundo o Espiritismo – itens 3 e 7)

Nesse cenário de tanta perturbação, o Espiritismo se destaca por ter por base o Evangelho na sua mais integral pureza e a razão como postulado obrigatório. Nossa expectativa é a de que os religiosos de todas as correntes de pensamento cristão despertem e se façam dignos do amor do Cristo.

Por Petrolina Espírita

Temática espiritualista já tem fatia certa de audiência na TV

A Rede Globo repete fórmula que está dando certo: novela com temática espiritualista. “Amor Eterno Amor” é a mais recente produção televisiva a veicular temas espiritualistas. Dizemos espiritualistas porque os assuntos: reencarnação, vida após a morte, comunicação com espíritos de pessoas ditas “mortas”, entre outros, não são temas exclusivamente espíritas. O espiritismo tem sim esses pontos entre os muitos que estão entre seus objetos de estudo, diríamos até que alguns compõem os pilares da doutrina, mas não se pode esquecer que há muitas outras doutrinas, filosofias e religiões que se ocupam, também, em estudar e difundir esses postulados.

A novela citada tem muitas passagens, diálogos e cenas que remetem à vida após a morte. A personagem Verbena, já é conhecida do grande público, está vivendo em outra dimensão e suas experiências estão sendo compartilhadas capítulo a capítulo.

A questão da vida após a morte é um tema que desperta curiosidade, interesse e até mesmo o medo. O que será que acontece do lado de lá? Com certeza essa é uma pergunta que já passou por muitas cabeças ao redor do mundo. Elizabeth Jhin, autora da novela, mostra um pouco como as crenças espiritualistas e espírita enxergam o assunto.

A maior contribuição da novela, ao nosso ver, não se faz às crenças e filosofias que difundem esses postulados. Quem sai ganhando mesmo é a humanidade, pois o materialismo com seus ensinamentos autodestrutivos avançou e muito nos corações e mentes, tanto no ocidente como no oriente. A crença materialista e sua consequente descrença na imortalidade, a supervalorização da posse do dinheiro, o culto à beleza exterior em detrimento da saúde e do bem-estar, a luta pelo conforto material em prejuízo da felicidade interior têm produzido, dia após dia, sociedades mais desiguais e menos fraternas. Está faltando “camaradagem” nas relações.

Rogamos, pois, que a novela seja um grande sucesso e leve sabedoria e bons ensinamentos ao grande público do Brasil e do mundo.

 Por Petrolina Espírita

 

Grupo Espírita Cícero – 34 anos de dedicação ao próximo

O Grupo Espírita Cícero (GEC), situado em Serra Talhada, nesses 34 anos de atividades já atendeu mais de 5 mil pessoas em busca de alívio para suas dificuldades espirituais.

Grupo adeso à Federação Espírita Pernambucana (FEP), tornou-se referência para os centros espíritas da região, ajudando-os e acolhendo-os nos casos em que essas casas, menores e menos estruturadas, não sabem ou não têm como tratar convenientemente.

Suas atividades, porém, não se limitam ao atendimento espiritual. O GEC, nesses anos, manteve parcerias com órgãos municipais, estaduais e federais para trabalhos de assistência social e educacional, incluindo setores do Judiciário.

“Temos trabalhos na construção de lar de idosos, salas de aula, aulas de reforço, criação de horta, cultivo de plantas medicinais e e construção de uma biblioteca. Com esse trabalho, o grupo já é reconhecido como de utilidade pública pelo Estado e município”, conta Antônio Arnaldo, um dos coordenadores.

Conhecemos o Grupo há quase 10 anos e somos testemunhas da abnegação, da seriedade e da preocupação constantes com a correta divulgação e prática da Doutrina dos Espíritos. Provas deste compromisso são a longevidade e os frutos produzidos, garantia de que a árvore que é o GEC, é de excelente qualidade.

Parabéns a todos que fazem parte e colaboram com o Grupo Espírita Cícero!

Ler mais…

Por Petrolina Espírita

 

À procura de reencarnados

Erlendur Haraldsson adora conversar com crianças. Tanto que o psicólogo islandês de 78 anos já encarou mais de nove viagens ao Sri Lanka e outras seis vezes até o Líbano só para ouvir as histórias que os pequenos do outro lado do mundo poderiam lhe contar. Nada de brincadeiras ou travessuras, o que há de comum nos relatos dessas vozes infantis é uma narrativa direta: como elas morreram.

Haraldsson chegou a testar a hipótese de que os relatos poderiam ser explicados por questões como necessidade de chamar atenção ou transtornos mentais. Mas isso, de acordo com o psicanalista, não é o tipo de coisa que Freud explica. O islandês aplicou testes psicológicos em dois grupos de 30 crianças libanesas, um dos quais dizia se lembrar de outras vidas. O estudo não encontrou diferenças significativas, exceto em um ponto: as crianças que relatavam vida anterior tinham sintomas de estresse pós-traumático. Isso pode ser explicado pelo fato de que 80% delas contavam ter passado por mortes violentas. Real ou imaginário, um acidente mortal ou um homicídio são lembranças difíceis para a mente de uma criança.

Inconsciente coletivo?

Coincidências?

Continuar lendo…

 

Por Petrolina Espírita

 

Ânimo e Fé

A existência por ter sido amarga.

Espinheiros talvez se te estendam no caminho.

Caístes, provavelmente, algumas vezes e outras tantas te reergueram, à custa de lágrimas.

Sofreste perseguições e zombaria.

O mundo terá surgido aos teus olhos por vasto deserto.

Anotaste a força da morte que te subtraiu a presença de entes caros.

Viste a deserção de companheiros, renegando-te os ideais.

Seres queridos ignoraram-te os propósitos de elevação.

Varaste crises em forma de fracasso aparentes.

Tiveste o menosprezo por parte de muitos daqueles aos quais te confiaste.

Ouviste as palavras esfogueantes dos que te condenaram sem entender-te.

Palmilhaste longas áreas de solidão.

Perdeste valores que consideravas essenciais à sustentação dos empreendimentos que te valorizam as horas.

Sofres tribulações.

Suportas conflitos.

Atravessas dificuldades e tentações.

Entretanto, por maior que seja a carga de provações e problemas que te pesam nos ombros, ergue a fronte e caminha para frente, trabalhando e servindo, amando e auxiliando, porque ninguém, nem circunstância alguma te podem furtar a imortalidade, nem te afastar da onipresença de Deus.

Do Livro “COMPANHEIRO” – Emmanuel
Psicografia: Francisco Cândido Xavier

 

Cuide da mão esquerda e invista na mão direita

Quando derdes esmola, não saiba a vossa mão esquerda o que faz a vossa mão direita; – a fim de que a esmola fique em segredo, e vosso Pai, que vê o que se passa em segredo, vos recompensará. (MATEUS, 6: 3 a 4.)

Jesus é o modelo de perfeição a que a humanidade pode aspirar, disseram os espíritos à Allan Kardec (LE, 625). O maior Pedagogo, o maior Psicólogo, o Médico dos Médicos, o Advogado fiel, o Amigo com qual todos podiam e podem contar.

Suas ideias e palavras são carregadas de profundo significado, sempre buscando tocar o espírito humano. Suas frases e parábolas encerram verdades profundas e ensinamentos de sublimidade que ainda hoje não nos foi possível absorver por completo e, sempre que se volta para elas, sorve-se um pouco mais do perfume e da beleza.

Quando Jesus proferiu o discurso que Mateus reproduziu, suas palavras – parecendo inocentes – não estavam se referindo aos nossos membros superiores. Uma interpretação do significado espiritual se faz necessária para tentar absorver um pouco da lição verdadeira.

A cultura judaica era e é rica de símbolos, Jesus como profundo conhecedor da cultura a que pertencia, sabia disso. Em diversas passagens da Bíblia – do novo e do velho testamentos – encontram-se diversas alusões às mãos, quase sempre ressaltando tratar-se da esquerda ou da direita. Há passagens que se referem às mãos (Isaías 41:13; Salmos 80:15; 1 Pedro 3: 22; Atos 7: 56), outras não, mas o esquerdo ou o direito está lá (Marcos 14: 62 – 16: 19; Romanos 8:34).

O que Jesus quis dizer?

As pessoas têm um lado do corpo predominante, com mais força ou habilidade. A maioria é destra, ou seja, tem o lado direito dominante. Quem tem o lado esquerdo mais atuante e habilidoso, diz-se canhota. Destro quer dizer habilidoso, ágil, sagaz, correto. Canhoto tem mesma raiz de canhestro, acanhado, significando desajeitado, grosso, torto, tanto que em tempos passados a palavra também era usada como sinônimo de demônio e diabo. Felizmente, hoje isso é passado e a ciência comprovou que ser destro ou canhoto não faz de ninguém melhor ou pior e que é tão relevante quanto a cor dos cabelos ou dos olhos, o formato da orelha ou do nariz.

Sem pretensão de monopólio da verdade e buscando o pensamento de gente mais gabaritada e experiente em evangelho, percebe-se que uma das interpretações possíveis da lição é a de que ela pretende ressaltar que ao realizarmos uma boa ação (dar esmola, por exemplo), devemos praticá-la com a “mão direita” (ação correta, ato de caridade, seja nossa boa índole atuando) e a “mão esquerda” não deve ficar sabendo (nosso lado “sombra”, vaidade, apego, caridade fingida, ação calculada visando benefício próprio).

Portanto, parece claro que Jesus pretendeu ensinar que ao praticar-se uma boa ação, seja qual for, devemos fazê-la utilizando nosso lado bom, que é a manifestação do sentimento de caridade, a vontade sincera de ajudar, sem querer qualquer tipo de recompensa, vantagem ou reconhecimento. Que devemos vigiar nosso lado sombra, pois ele pode querer apropriar-se da intenção de fazer o bem e transformá-la numa ação egoísta, calculada, vaidosa e apegada a resultados.

A realização pela ação no bem deve ser íntima, não vaidosa, que se traduz na alegria pela oportunidade de praticá-la, pela satisfação de ver um rosto triste transformar-se revelando felicidade. Mahatma Ghandi chamava esse tipo de ação de “trabalho desapegado”.

Façamos nossa autoanálise e busquemos constatar se nossas ações no bem são verdadeiramente desapegadas. Se praticamos a virtude pelo bem da virtude, ou se estamos a buscar reconhecimento. Se nossas ações visam melhorar o mundo em que vivemos, ajudando às pessoas a saírem do fosso da ignorância e do sofrimento. Em resumo, se estamos buscando agir no bem cuidando para que ‘a mão esquerda não saiba o que faz a mão direita’.

Por Petrolina Espírita

Doutrina espírita e anencefalia

Aborto, etimologicamente, significa o produto da gravidez interrompida, seja por causas naturais ou provocada (intencional ou acidentalmente).

Abortamento consiste na ação que irá gerar o resultado aborto, ou seja, provocar aborto.

A recente polêmica que se instalou nos diversos meios de comunicação e, como não poderia deixar de ser, na web em torno da decisão do Supremo Tribunal Federal – nossa Suprema Corte – que entendeu não haver crime no ato de interromper a gravidez, no caso de constatação de o feto ser portador da má-formação denominada anencefalia, provocou inúmeras manifestações da parte de profissionais de saúde, religiosos, jornalistas e da opinião pública de um modo geral manifestada em diversos programas jornalísticos, sites e blogs.

A decisão do STF gira em torno das repercussões penais do ato de provocar aborto. Segundo nossa legislação penal – Decreto-Lei nº 2848/40, arts. 124 a 128 – o ato deliberado de interromper a gravidez é considerado crime e a pena para a mãe que age sozinha é de detenção cuja duração máxima prevista é de três anos. Se outra pessoa – pode ser um médico, por exemplo – realizar o ato, com consentimento da gestante, estará sujeito a uma pena de reclusão que poderá ser de até quatro anos; já o ato de provocar aborto em gestante sem que ela tenha consentido (ou não possa dá-lo) poderá ocasionar para o agente uma pena de reclusão que poderá ser de até dez anos. Além da proteção mediante a criminalização do ato de abortar, o Código Civil – Lei nº 10.406/2003, art. 2º – ao declarar que a personalidade começa com o nascimento com vida, reconhece direitos ao nascituro desde a concepção. As únicas exceções previstas, ou seja, atos de provocar aborto que não serão considerados crimes, são o de gravidez de risco para a gestante e a gravidez decorrente do crime de estupro.

Subindo o nível, deixando o patamar da legislação ordinária, encontramos na Constituição Federal, no caput do art. 5º, a declaração de que o direito à vida é inviolável.

Entendemos necessária essa introdução na legislação para compreendermos o universo no qual um órgão do Poder Judiciário está imerso. No julgamento, percebeu-se em alguns votos o entendimento de que os fetos anencéfalos estão numa condição análoga a de uma pessoa com morte cerebral, segundo esse raciocínio o feto anencéfalo não têm vida própria, é meramente vegetativa, e só chega até o nascimento graças à conexão ao organismo da mãe. Seria, desta forma, um quase natimorto. Outros votos demonstraram preocupação com o sofrimento das mães ao saberem que o futuro filho nascerá com uma anomalia que é incurável e que lhe retirará a vida logo após o nascimento e que seria “desumano” impedi-las de interromper a gestação, obrigando-as a sofrerem longos meses de espera para verem seus filhos nascerem para expirarem logo em seguida.

Em nossa opinião, o Egrégio STF não foi feliz. Não falamos isso motivados por valores morais ou religiosos, mas éticos e estritamente humanos. Em nosso entender, não parece correto dar total equivalência aos diagnósticos, mediante o raciocínio: anencefalia = morte cerebral. A anencefalia admite muitas variantes que o simples exame de imagem ou de dosagem de determinada substância não permitem detectar, o que se comprova na sobrevida de muitas crianças diagnosticadas com anencefalia, como é o conhecido caso da menina Marcela de Jesus e, também, o do menino Joshua Matthew.

Quanto ao sofrimento das mães gestantes, entendemos que tal argumento é profundamente infeliz, haja vista que ter um parente doente é sofrimento para qualquer família, qualquer mãe, como é o caso de pacientes terminais sem prognóstico de cura. Defender o abortamento nesses casos, sob o argumento de que impor o sofrimento à gestante é desumano, também serviria para defender, por exemplo, a eutanásia.

Sob a ótica espírita, temos nas seguintes questões, comentários dados pelos Espíritos que ajudaram a forjar a doutrina, em resposta aos questionamentos apresentados por Allan Kardec (atenção, principalmente, para a questão 356-b, quanto às crianças que chegam a nascer com vida):

356. Existem crianças que, nascendo mortas, não foram destinadas à encarnação de um Espírito?

– Sim, há as que nunca tiveram um Espírito destinado para o corpo; nada devia realizar-se por elas. É, então, somente pelos pais que essa criança veio.

356-a. Um ser dessa natureza pode chegar a nascer?

– Sim, algumas vezes; porém, não vinga, não vive.

356-b. Toda criança que sobrevive ao nascimento tem, necessariamente, um Espírito encarnado nela?

– O que seria sem o Espírito? Não seria um ser humano.

357. Quais são, para o Espírito, as conseqüências do aborto?

– É uma existência nula que terá de recomeçar.

358. O aborto provocado é um crime, qualquer que seja a época da concepção?

– Há sempre crime quando se transgride a Lei de Deus. A mãe, ou qualquer outra pessoa, cometerá sempre um crime ao tirar a vida de uma criança antes do seu nascimento, porque é impedir a alma de suportar as provas das quais o corpo devia ser o instrumento.

359. No caso em que a vida da mãe esteja em perigo pelo nascimento do filho, existe crime ao sacrificar a criança para salvar a mãe?

– É preferível sacrificar o ser que não existe a sacrificar o que existe.

360. É racional ter pelo feto a mesma atenção que se tem pelo corpo de uma criança que tenha vivido?

– Em tudo isso deveis ver a vontade de Deus e Sua obra. Não trateis, portanto, levianamente as coisas que deveis respeitar. Por que não respeitar as obras da Criação, que são incompletas algumas vezes pela vontade do Criador? Isso pertence a seus desígnios, que ninguém é chamado a julgar.

O fato de nascer e morrer minutos depois – ou alguns dias depois – faz da criança anencéfala um não-humano para ser descartada ainda durante sua formação? Como bem defendeu a Dra. Marlene Nobre, somente nos casos de fetos teratológicos é que se poderia justificar a interrupção da gravidez, porque aí de fato estaríamos diante de algo desprovido de vida humana. Some-se a isso o fato de tais ocorrências também oferecerem riscos à gestante.

Conforme exposição do ex-ministro do STF Eros Grau, analisando a questão sob o prisma jurídico, uma criança que nasce e vem a morrer segundos depois, nasceu, viveu, teve direito a um nome, uma certidão de nascimento, uma certidão de óbito, teve pai e teve mãe e também herdeiros, em suma, foi um ser humano, ainda que por alguns minutos, alguns dias… E isso, acreditamos, deve ser considerado inviolável.

Por enquanto, até que a nossa Suprema Corte mude seu convencimento, resta-nos levar às mães e famílias o esclarecimento e a orientação acerca dos valores essenciais que precisamos aprender a defender, se queremos continuar nos aperfeiçoando como ‘sociedade de seres humanos’ no seu puro sentido.

Por Petrolina Espírita

Domina Google Con Video Marketing 2.0

Domina Google Con Video Marketing 2.0 =”aligncenter” src=”http://petrolinaespirita.files.wordpress.com/2012/03/area-q.jpg” alt=”" width=”235″ height=”323″ />O filme “Area Q”, uma obra de ficção, com uma linda mensagem de esperança para um Mundo Melhor, chega nas telas de cinema de todo País.

Filme nacional com temática espiritualista, do diretor Gerson Sanginitto (“Beyond The Ring”), que terá como protagonistas o norte-americano Isaiah Washington (da série “Grey’s Anatomy”), Murilo Rosa (“Orquestra dos Meninos”) e Tania Khalill (da novela “Fina Estampa”).

“…Ainda que não seja uma produção totalmente brasileira, dividindo locações e elenco americanos, nosso País está representado de forma significativa na película. Rodado em Los Angeles e no interior do Ceará, mais precisamente nas cidades de Quixeramobim e Quixadá (daí a letra Q do título do filme), o longa é fruto de grande pesquisa sobre abduções, contatos imediatos e sabedoria popular, que promete trazer efeitos visuais eficientes, assinados pelo cineasta cearense Marcio Ramos, premiado pelo curta de animação ‘Vida Maria’. ”

O longa-metragem não traz diretamente os fundamentos espíritas, mas faz refletir sobre a vida extrafísica, utilizando-se de boa dose de licença poética para falar da emancipação da alma durante o sonho, que não estamos sozinhos no Universo, fala da transição planetária, da defesa da vida desde a concepção e preservação do meio ambiente, além da reencarnação ser abordada de forma muito direta. A chamada ”Há muitas moradas na Casa do meu Pai” (João, 14:1-3) é um alerta nesse momento de Transição e que devemos cuidar melhor da nossa Morada.

Essa é mais uma grande oportunidade de levarmos uma mensagem de esperança à todos aqueles que ainda necessitam despertar para a realidade espiritual. A arte, o entretenimento são capazes de levar um grande número de pessoas à reflexão, convidando a trilhar novos caminhos, novas descobertas e a temática espírita e espiritualista vieram para ficar!

Por Petrolina Espírita

O Grande Doador

Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá; E todo aquele que vive, e crê em mim, nunca morrerá. Crês tu isto?
(João 11:25-26)


Ele não era médico e levantou paralíticos e restaurou leprosos, usando o divino poder do amor.

Não era advogado e elegeu-se o supremo defensor de todos os injustiçados do mundo.

Não possuía fazendas e estabeleceu novo reino na Terra.

Não improvisava festas e consolou os tristes e reergueu o bom ânimo das almas desesperadas.

Não era professor consagrado e fez se o Mestre da Evolução e do aprimoramento da Humanidade.

Não era Doutor da Lei e criou a universidade sublime do bem para todos os espíritos de boa vontade.

Padecendo amarguras – reconfortou a muitos.

Tolerando aflições – semeou a fé e a coragem.

Ferido – curou as chagas morais do povo.

Supliciado – expediu a mensagem do perdão e do amor, em todas as direções.

Esquecido pelos mais amados – ensinou a fraternidade e o reconhecimento.

Vencido na cruz – revelou a vitória da vida eterna, em plena e gloriosa ressurreição, renovando os destinos das nações e santificando o caminho dos povos.

Ele não era, portanto, rico e engrandeceu os celeiros dos séculos.

Quem oferecer, assim, o coração, em homenagem ao Divino Amor na Terra, poderá, desse modo, no exemplo de Jesus, embora anônimo, aflito, apagado ou crucificado, atender à santificada colaboração com Deus, a benefício da Humanidade.

Espírito: ANDRÉ LUIZ
Médium: Francisco Cândido Xavier
Livro: “Antologia Mediúnica do Natal” – Edição FEB

Por Petrolina Espírita

Parabéns, Chico Xavier!

O insubstituível

Não sei se me será possível,

Com a minha cultura de baixo nível,

Homenagear este servo do Senhor.

Nesta encarnação sacrificial,

Foi denominado pela geração atual,

Chico Xavier, o homem amor!

Em 2 de abril de 1910, ele nasceu,

Em 30 de junho de 2002, às 19:30 faleceu,

Muito sofreu desde tenra idade…

Quando a morte levou sua mãezinha,

Ele foi entregue a Rita sua madrinha,

Que o tratou com requintes de crueldade.

Foi uma criança muito sofrida,

Obrigado até a lamber ferida,

Duas surras por dia ele levava.

Cedinho orava a sua mãezinha,

Era o único conforto que ele tinha

Maria João de Deus, assim ela se chamava!

Pedro Leopoldo, Minas Gerais,

O mundo não te esquecerá jamais,

Nem mesmo por apenas um segundo…

Os sofrimentos da presente encarnação

Ampliara a sua percepção,

Transformando-o no maior médium do mundo.

Segundo o espírito André Luiz,

O homem será feliz ou infeliz,

Enquanto não conquistar a sublimação…

Desde o átomo ao arcanjo,

Do imbecil ao anjo,

Tudo marcha para a perfeição!

Poucos são os que conservam a fé,

Como o nosso saudoso Chico Xavier,

Que amava a Deus e os semelhantes…

A sua humildade e a sua calma

Refletiam a grandeza de sua alma,

Criador das bibliotecas ambulantes.

Como o maior propagador do espiritismo,

Nenhum outro teve o brilhantismo,

Na exemplificação da prática da caridade.

Caridade em favor da divulgação,

Foi assim que a terceira revelação,

Chegou ao alcance de todo a humanidade.

João Lima

(São Lourenço da Mata-PE)

Fundação da Sociedade Pariense de Estudos Espíritas

O mês de abril marca importantes acontecimentos para a doutrina espírita. Em 1º de abril de 1858, Allan Kardec fundava, em Paris, ladeado por diversos estudiosos, a Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas – SPEE. Um ano antes, em 18 de abril de 1857, Kardec havia publicado a primeira edição de “O Livro dos Espíritos”.

Foi uma das providências mais significativas tomadas pelo codificador, a de procurar estabelecer a melhor maneira de pesquisar esse mundo que se abria diante da humanidade, de estudar os procedimentos para o relacionamento com os desencarnados e de difundir os ensinos dos Espíritos superiores.

No mês seguinte à fundação, seria publicado o primeiro exemplar da Revista Espírita, verdadeiro laboratório onde teses eram discutidas, fenômenos eram expostos e analisados, ou seja, a doutrina espírita em seus primeiros dias, em plena construção.

Eis as palavras de Kardec, acerca da fundação da SPEE:

“A extensão por assim dizer universal que tomam diariamente as crenças espíritas faziam desejar vivamente a criação de um centro regular de observações. Esta lacuna acaba de ser preenchida. A Sociedade cuja formação temos o prazer de anunciar, composta exclusivamente de pessoas sérias, isentas de prevenções e animadas do sincero desejo de esclarecimento, contou, desde o início, entre os seus associados, com homens eminentes por seu saber e por sua posição social. Estamos convictos de que ela está chamada a prestar incontestáveis serviços à constatação da verdade. Sua lei orgânica lhe assegura uma homogeneidade sem a qual não haverá vitalidade possível; está baseada na experiência dos homens e das coisas e no conhecimento das condições necessárias às observações que são o objeto de suas pesquisas. Vindo a Paris, os estranhos que se interessam pela doutrina espírita terão um centro ao qual poderão dirigir-se e comunicar suas próprias observações”

Celebramos, assim, este importante fato (a constituição do primeiro centro espírita do mundo) para os espíritas e para aqueles que, de boa-vontade, procuram dar sua colaboração para a espiritualização da humanidade.

Por Petrolina Espírita

Filme Espiritualista aborda comunicação com os Espíritos

O filme Area Q, uma obra de ficção, com uma linda mensagem de esperança para um Mundo Melhor, chega no dia 13 de abril de 2012 , nas telas do cinema de todo País.

Filme nacional com temática espiritualista,do diretor Gerson Sanginitto (“Beyond The Ring”), que terá como protagonistas o norte-americano Isaiah Washington (da série “Grey’s Anatomy”), Murilo Rosa (“Orquestra dos Meninos”) e Tania Khalill (da novela “Fina Estampa”).

“…Ainda que não seja uma produção totalmente brasileira, dividindo locações e elenco americanos, nosso País está representado de forma significativa na película. Rodado em Los Angeles e no interior do Ceará, mais precisamente nas cidades de Quixeramobim e Quixadá (daí a letra Q do título do filme), o longa é fruto de grande pesquisa sobre abduções, contatos imediatos e sabedoria popular, que promete trazer efeitos visuais eficientes, assinados pelo cineasta cearense Marcio Ramos, premiado pelo curta de animação “Vida Maria”. ”

O longa-metragem não traz diretamente os fundamentos espíritas, mas faz refletir sobre a vida extrafísica, utilizando-se de boa dose de licença poética para falar da emancipação da alma durante o sonho, que não estamos sozinhos no Universo, fala da transição planetária, da defesa da vida desde a concepção e preservação do meio ambiente, além da reencarnação ser abordada de forma muito direta. A chamada “Há muitas moradas na Casa do meu Pai” (João, 14:1-3) é um alerta nesse momento de Transição, além de nos lembrar que devemos cuidar melhor da nossa Morada.

Essa é mais uma grande oportunidade de levarmos uma mensagem de esperança à todos aqueles que ainda necessitam despertar para a realidade espiritual. A arte, o entretenimento são capazes de levar um grande número de pessoas à reflexão, convidando a trilhar novos caminhos, novas descobertas e a temática espírita e espiritualista vieram para ficar!

Fonte: federacaoespiritape.org

Tereza de Calcutá, Chico do Brasil

Ambos nasceram em 1910, ela, Teresa de Calcutá, ele, Chico de Pedro Leopoldo. Ela uma mulher valente, ele um homem corajoso. Ela, católica, ele espírita, no entanto ambos portavam-se como verdadeiros integrantes da família universal. Tinham muito mais em comum do que apenas o ano de nascimento. Seguiam o mesmo professor: Jesus, tinham o mesmo sobrenome: amor, viveram para o mesmo objetivo: servir.

Ela recebeu o prêmio Nobel da Paz, ele viveu pacificamente toda a vida.

Teresa de Calcutá viveu para os menos favorecidos, queria ser pobre, nunca conseguiu. Seu coração transbordava riquezas; a nobreza da generosidade, as pérolas da fraternidade, os diamantes da solidariedade. Dizia Teresa em toda sua simplicidade que a felicidade humana é impossível de ser mensurada. Como controlar em planilhas estatísticas a felicidade de um faminto que encontra o alimento? Teresa tinha razão. Impossível mensurar a felicidade humana. Por isso trabalhava sem estatísticas, mas em prol da felicidade e dignidade de seus irmãos de caminhada.

Chico Xavier, o Chico de Pedro Leopoldo, O Chico do Brasil, o mineiro do século também queria ser pobre, sem sucesso. Doou os direitos autorais de seus mais de quatrocentos livros psicografados que venderam e vendem milhares de exemplares em todo mundo. Poderia ter polpuda conta bancária, no entanto preferiu a simplicidade, mas nunca foi pobre, sua vida foi repleta de amigos dos dois planos, Chico era e será onde estiver um milionário; um magnata das letras, um ícone da humildade, um pobre das moedas, mas rico de amor…

Assim eram Teresa e Chico… franzinos fisicamente, mas colossais espiritualmente. Narram as páginas da literatura que quem se aproximava de Teresa, a Madre Teresa de Calcutá, não conseguia conter a emoção, devido a irradiação de sua serenidade e sua intensa energia espiritual.

O que a literatura diz de Teresa, reafirma com Chico. Aqueles que gozaram de sua convivência afirmam que sua presença iluminava, acalmava, tranqüilizava…

Chico e Teresa; Teresa e Chico… É como se falássemos de amigos: “Oi Teresa!” “Bom dia, Chico!” Embora não os tenha conhecido, falar deles, de suas conquistas, realizações e aventuras é como falar de amigos, porque com os amigos não há barreiras, não há inquietações, inexistem constrangimentos. Os amigos deixam-nos à vontade, sinto-me, pois, à vontade para escrever sobre Teresa e Chico os quais considero amigos; amigos do mundo, dos ricos, dos pobres, dos brasileiros, indianos, nigerianos, amigos de todos…

Teresa e Chico; Chico e Teresa, duas figuras que praticavam o amor, deixaram marcas inesquecíveis e indeléveis a nos convidar para, dentro de nossas possibilidades obviamente, viver como eles, servindo e amando para a construção de um mundo fraterno e justo.

Vamos pensar bem nisso.

Do blogdocezar.zip.net

uydunet

Digiturk

omegle

konya masaj salonu

sac ekimi

Scroll To Top