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Veja o novo XBOX

A Microsoft anunciou nesta terça-feira (21) o Xbox One, videogame de nova geração da empresa que chega ao mercado para concorrer com o PlayStation 4, da Sony, e o Wii U, da Nintendo.

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Como novidade, a evolução do Xbox 360, lançado em 2005, tem gráficos melhores, uma melhor versão da rede on-line Xbox Live e drive de Blu-ray para os jogos.

O novo console apresentado na sede da Microsoft, em Seattle, nos Estados Unidos, será lançado mundialmente no final do ano, informou Don Mattrick, presidente de negócios de entretenimento interativo da Microsoft.

O preço e a data exata de lançamento do console não foram revelados. Mais detalhes são esperados para a feira de games E3, em junho, nos EUA.

 Xbox One terá processador de 8 núcleos AMD Jaguar, 500 gigabytes (GB) de espaço de armazenamento em disco rígido, 8 GB de memória RAM, drive de Blu-ray, Wi-Fi embutido, HDMI e três sistemas operacionais embutidos, detalhou Marc Whitten, gerente geral de Xbox, na Microsoft.

O aparelho promete ter jogos com resolução a partir de 1080p, alcançando até 4K, segundo a Microsoft.

O controle do Xbox One tem 40 mudanças em comparação com o controle do Xbox 360. “Há mais precisão nos comandos, na pressão dos botões”, disse Whitten.

O tablet ou smartphone do usuário também servirá de controle para o Xbox One, servindo tanto de segunda tela como de joystick para determinados jogos.

Ao pegar o joystick na mão, o Kinect reconhece o jogador e o controle, criando novas possibilidades para os desenvolvedores.

A nova geração do Xbox contará com conteúdos exclusivos. O cineasta Steve Spielberg produzirá um seriado “live action” baseado nos jogos da série “Halo” chamado “Halo: The Television Series”.

“A TV será verdadeiramente personalizada no Xbox One. Ela também será social”, disse Nancy Tellem, presidente de mídia digital na Microsoft. “Eventos ao vivo e conteúdo especial serão lançados para o Xbox One”, declarou a executiva ao receber no palco do evento o presidente do estúdio 343 Industries, de “Halo”, Bonnie Ross.

Ainda na área de games, a Microsoft anunciou uma parceria com a NFL, liga de futebol americano, que trará “Footbal Fantasy”, o “Cartola FC” de futebol americano, ao Xbox One. O game terá conteúdo exclusivo e interação nas partidas. Os recursos poderão ser usados por meio de smartphones e tablets.

Fonte:G1

Microsoft revelará novo Xbox nesta terça-feira

O sucessor do Xbox 360 será revelado nesta terça-feira (21) pela Microsoft. A empresa realizará um evento em sua sede em Redmond, nos Estados Unidos, às 14h (horário de Brasília), para fazer o anúncio oficial.

Diferente do caso do PS4, apresentado pela Sony em 20 de fevereiro, o novo Xbox não sofreu com diversos vazamentos de fotos e informações – nem mesmo o nome do console, que pode ser Xbox 720, Xbox 8, Xbox Infinity, Novo Xbox ou apenas Xbox, parece ter consenso entre os boatos.

Apple estaria trabalhando no iWatch

Surgiu um rumor de que a Apple estaria trabalhando em um relógio que roda iOS, e teria o nome de iWatch.

De acordo com o site Bloomberg, o iWatch seria um projeto bem mais sério da Apple do que se imaginava, e aparentemente teria um time de mais de 100 pessoas trabalhando no aparelho. Tais afirmações levam a crer que isso não seria apenas um projeto, mas sim um aparelho que pode vir a tona em pouco tempo.

O time parece estar sendo liderado por James Foster, diretor sênior de engenharia da Apple. O rumor sobre o dispositivo é que ele seria usado como um complemento para um iPhone e iPad, e não como um produto por si só. A Apple deve lançar um iPhone 5S ou 6 esse ano, quem sabe também não vemos um iWatch no pacote?

Fonte: Arena Geek
Postado por George Luis

Google divulga vídeo do Project Glass e amplia pedidos de pré-venda

20130220170732_capaO Google divulgou nesta quarta-feira, 20, um vídeo onde faz demonstrações do Google Glass, ouProject Glass, em uso. A empresa ainda aproveitou para ampliar a solicitação da pré-venda dos óculos.

O anúncio da pré-venda ocorreu durante a conferência anual Google I/O em junho de 2012. Os óculos requisitados seriam usados somente por desenvolvedores, vendidos pelo valor de US$ 1.500. A partir deste período, funcionários da empresa, incluindo Sergey Brin, cofundador do Google, foram vistos circulando pelas ruas utilizando o Project Glass.

Apesar de outros vídeos sobre o produto já terem sido disponibilizados na internet, o último divulgado pela empresa nesta quarta-feira, 20, apresenta o funcionamento do aparelho com mais detalhes. Funções como tirar fotos e vídeos, interações a partir de comando de voz, navegação ponto a ponto e integração com o Google Now são mostrados no vídeo que possui uma duração de 2 minutos e 16 segundos.

A próxima remeça dos óculos poderá ser adquirida por US$ 1.500 apenas por pessoas residentes dos Estados Unidos em uma oferta com formato de concurso. Segundo o site Info, os interessados precisarão enviar uma resposta, de até 50 palavras, ao Google para a pergunta: o que você faria se tivesse o glass? A resposta pode ser por meio de foto ou vídeo, mas precisa ser acompanhada com a hastag #ifihadglass.

Sergey Brin afirma que os óculos chegarão para os consumidores finais apenas no ano de 2014, quando a plataforma estiver consolidada.

Veja o vídeo abaixo:

Fonte: O Povo

PlayStation 4 deve ser anunciado hoje.

playstation-4A Sony não confirma nem desmente. Mas o lançamento do sucessor do PlayStation 3, atual console da marca, deve mesmo ser anunciado nesta quarta-feira, em um evento para 2.800 pessoas no The Hammerstein, uma casa de shows em Nova York. Será uma estratégia ousada da companhia japonesa, que em 2006 mostrou o PS3 em um encontro paralelo à E3, maior feira de games do mundo, realizada anualmente em Los Angeles.

A decisão de adiantar o anúncio de um novo aparelho não ocorre à toa, aposta Adalberto Belluomini, professor da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV-Eaesp). A prática de antecipar em vários meses um lançamento, conhecida como teaser, é comum no mercado de tecnologia e foi popularizado pela Apple. “O objetivo é fazer com que os consumidores fiquem curiosos acerca de um produto. No caso da Sony, particularmente, o objetivo da ação é evitar que seus clientes migrem para plataformas concorrentes até a chegada do novo console às lojas”, diz. No caso, a intenção é tirar um pouco do fôlego da apresentação do novo Xbox, da Microsoft, que deve acontecer na E3, em junho.

Há sete anos, o desafio da Sony era concorrer justamente com o Xbox 360 e com o Wii, da Nintendo. O cenário atual, contudo, é muito mais disputado. Os smartphones e tablets ganharam espaço no mercado de games casuais e a empresa japonesa terá que encontrar soluções para chamar a atenção desse vasto público, que interessa — e muito — à Sony.

Os números de mercado são pouco animadores. Segundo a NPD Group, a venda de games em meio físico (DVDs etc.) nos Estados Unidos caiu 22% em 2012, atingindo o patamar de 13,6 bilhões de dólares. O desempenho comercial pouco satisfatório do Wii U, o mais recente lançamento da Nintendo, e do PlayStation Vita, o portátil da Sony, apenas ilustra o cenário nebuloso no qual será anunciado o PlayStation 4 ou Orbis, como vem sendo apelidado o console.

A saída, neste caso, será apostar em um produto versátil, voltado ao entretenimento de forma geral e não apenas à jogatina. “A Sony deve aperfeiçoar o conceito de hub digital. O PS4 não será usado apenas para jogar, mas também para armazenar músicas, assistir a filmes ou acessar documentos na nuvem. O console será focado na distribuição de conteúdo e no compartilhamento via redes sociais”, diz o professor do curso dos jogos digitais da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) David de Oliveira Lemes. “Trata-se de uma tendência. Eles querem transformar o console na principal central de mídia da casa.”

Fonte: VEJA

Projeto da Microsoft faz jogo de videogame ´sair´ da tela

Um projeto da Microsoft apresentado na feira de tecnologia Consumer Electronic Show (CES) 2013 quer que os games jogados no videogame Xbox 360 “saiam” da tela e se expandam para a sala de estar ou quarto do jogador. Segundo a empresa, o dispositivo não usa TVs 3D ou óculos especiais.

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Chamado de Ilumiroom, o protótipo usa o sensor Kinect – que capta o movimento dos jogadores e leva para dentro do game, dispensando o joystick – e um projetor que são conectados no videogame. Esta combinação que faz os tiros dos inimigos, luzes e explosões irem em direção ao jogador e se espalharem. Em jogos no espaço, as estrelas se espalham pelo quarto.

Já em jogos de tiro em primeira pessoa, em que o gamer observa a ação do ponto de vista do personagem, a tecnologia expande o ambiente do jogo para as paredes da casa.

De acordo com o vídeo publicado pela Microsoft (clique aqui para assistir), a tecnologia escaneia o cômodo da casa, identificando o local dos objetos e compensando sua posição para apresentar uma imagem com mais qualidade. Desse modo, vasos, plantas, prateleiras ou mesas não irão atrapalhar na sensação de imersão que o projeto propõe. E, segundo o vídeo, estes mesmos objetos que estão na sala após escaneados podem ganhar alguns efeitos como riscos, dando a sensação de que foram desenhados, e “vibrar” quando há uma explosão no game, por exemplo.

A descrição do Ilumiroom pela Microsoft diz que o dispositivo “foi desenvolvido para aumentar a imersão dos games unindo o mundo virtual com o real ao se projetar imagens. Tudo o que aparece no vídeo [divulgado] acontece em tempo real. Não foram usados efeitos especiais.”

A Microsoft não disse quando essa tecnologia será lançada e nem em quais condições ela deve ser usada (em um quarto escuro, por exemplo, ou se ela funcionará com a luz do dia entrando pela sala do usuário). Entretanto, documentos da empresa que vazaram na internet em 2012 e que apontam informações sobre o videogame sucessor do Xbox 360 citam uma tecnologia similar, que expandiria a ação dos jogos para fora da TV. Óculos de realidade aumentada também estariam nos planos da companhia.

Fonte: G1

Supercometa poderá brilhar tanto quanto a Lua Cheia

113736_Papel-de-Parede-Cometa--113736_1440x900Se o final do ano de 2012 foi pleno de tensão para muitos crentes em catástrofes, 2013 promete não acabar sem sua própria dose de expectativas no ar – ou no espaço.

Astrônomos descobriram aquele que poderá se tornar o maior cometa já visto da Terra.

O supercometa, chamado ISON – ou C/2012 S1 – foi descoberto em Setembro por Vitali Nevski (Belarus) e Artyom Novichonok (Rússia).

Ainda é cedo para determinar sua trajetória com exatidão, o que é necessário para calcular seu brilho aparente.

Mas os mais entusiasmados afirmam que o supercometa ISON poderá ser tão brilhante quanto a Lua Cheia, podendo até mesmo ser visível a olho nu.

Sua aproximação máxima do Sol ocorrerá no dia 29 de Novembro de 2013, cálculo feito com uma margem de erro de um dia.

Cometa estreante

Os cometas normalmente “se acendem” – começam a reagir ao calor do Sol e refletir sua luz – quando atingem uma distância de 2,5 au (unidades astronômicas, cerca de 375.000.000 de quilômetros).

O ISON atingirá essa distância em Agosto de 2013, quando começará a ser observado pelos astrônomos com a ajuda de telescópios.

Só então as estimativas sobre o seu brilho real começarão a ser dignas de crédito.

Depois de sua aproximação máxima do Sol – pouco mais de 1.000.000 de km – o supercometa terá sua maior aproximação da Terra – algo em torno de 64.500.000 km – no dia 28 de Dezembro.

Isso se ele não for destruído ou mesmo se vaporizar inteiramente na sua passagem perto do Sol.

Os astrônomos acreditam que o ISON é um cometa estreante, sendo esta sua primeira viagem ao interior do Sistema Solar, provavelmente vindo das profundezas da Nuvem de Oort.

Matéria no buraco negro

Mas o supercometa não será a única atração de fogos de artifícios cósmicos que brindará o término de 2013.

Uma nuvem de gás três vezes maior do que a Terra está se aproximando do buraco negro supermaciço que fica no centro da Via Láctea.

Como o buraco negro, chamado Sagittarius A*, está a meros 25 anos-luz da Terra, esta será uma oportunidade sem precedentes para que os astrônomos observem o que acontece quando a matéria é absorvida por um buraco negro.

Neste caso, porém, o espetáculo não será visto a olho nu porque não deverá emitir radiação na faixa visível ao olho humano – os astrônomos esperam observar tudo no comprimento de onda dos raios X.

O que esperar da nova geração de videogames

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Maiores, melhores e muito mais imersivos.

Com o lançamento da Nintendo no Wii U em novembro, e com a expectativa de que Microsoft e Sony lancem os sucessores do Xbox 360 e PS3 para o próximo Natal, 2013 será um grande ano para os consoles de jogos.

Vazamentos de detalhes sobre os aparelhos estão gerando animadas especulações sobre jogos 3D em HD (1080p) e Ultra HD (que tem quatro vezes mais pixels que o atual “full HD”), e jogos de realidade aumentadadiretamente na sala de estar.

A Nintendo, que foi a primeira a introduzir jogos controlados por movimentos na última rodada de lançamentos, continuou sua série pioneira e trouxe um aparelho de duas telas, adicionando uma tela sensível ao toque nos controles.

Do PC para a TV

E o campo dos jogos está ficando lotado.

Desde o lançamento da última geração de consoles, em 2005-2006, os jogos começaram a rodar a partir da nuvem, passaram dos PCs diretamente para as TVs, e até mesmo tornaram-se disponíveis através de um console Android patrocinado pela comunidade.

Dada a concorrência eclética, não é de admirar que os pesos pesados da indústria estejam apostando em projetos realmente novos para a próxima safra.

A ideia da tela de controle do Wii U é limpar a tela da TV da desordem das interfaces de usuário e introduzir possibilidades multijogadores. Os jogadores na sala têm perspectivas diferentes sobre a ação, dependendo do que é exibido em seu controlador, por exemplo.

Sony e Microsoft também estão adotando conceitos de duas telas.

O próximo PlayStation vai provavelmente aumentar sua conexão ao PS Vita, seu primo portátil, permitindo que você jogue um jogo ao sair e então troque para o console principal quando voltar para casa.

Da mesma forma, o próximo Xbox deve tornar o Smartglass – um aplicativo que permite que você controle o console a partir de um smartphone – o princípio fundamental do console.

Da TV para a sala

Se telas adicionais e uma quantidade de pixels de arregalar os olhos não são suficientes, talvez possamos superar as telas – a Microsoft registrou uma patente para a projeção de imagens de realidade aumentada 3D nas paredes da sala.

Se isso vingar, o mundo dos jogos vai vazar para fora da TV e inundar sua casa, com o Kinect – ou o seu sucessor – permitindo que você controle a ação com gestos simples.

Duas telas pode parecer bem esquisito quando sua sala toda torna-se o controle do jogo.

Fonte: Inovação Tecnológica

Loja do Google começa a vender filmes e livros no Brasil

O Google começou a vender, na madrugada desta quinta-feira (6), livros e filmes na sua loja Google Play no Brasil. Antes, a loja virtual no país vendia apenas aplicativos e jogos para aparelhos equipados com o sistema operacional Android.

Os livros podem ser baixados para dispositivos Android ou para o próprio computador do usuário, para serem lidos pela internet. Já os filmes estão disponíveis também para aluguel apenas para dispositivos Android.

Também nesta madrugada, a Amazon.com, gigante varejista on-line norte-americana, colocou no ar a versão em português de seu site (www.amazon.com.br). A partir das próximas semanas, a companhia começará a vender no Brasil o leitor de livros eletrônicos Kindle, por R$ 300.

Livros
O Google não especificou quantas publicações em português estão disponíveis na sua loja, apenas disse que o “Google Play oferece milhões de livros, incluindo milhares de títulos em português, desde lançamentos até best-sellers e clássicos”.

Conforme a companhia, a loja conta com escritores brasileiros como Luís Fernando Veríssimo, Laurentino Gomes e Diogo Mainardi. O usuário pode ainda encontrar clássicos da literatura brasileira e portuguesa como “O Alienista”, de Machado de Assis, e “O Guarani”, de José de Alencar.

Entre os lançamentos em português, a loja oferece “Cinquenta tons de cinza” por R$ 21,91 e “O Livro do Boni”, por R$ 29,90. Após baixar os títulos, o usuário pode ler os textos na web, tablets, telefones e e-readers.

O Google divulgou ainda as editoras brasileiras com as quais está trabalhando: Leya Brasil, Intrinseca, Pensamento-Cultrix, Zahar, Record, Objetiva, Sextante, Novo Conceito, L&PM, Planeta, Rocco, Melhoramentos e Autêntica.

Filmes
Conforme o Google, milhares de filmes estão disponíveis na loja, como longas em HD, novos lançamentos, filmes premiados e clássicos. Além de comprar os filmes, o Google Play também permite alugá-los. O “Homem de Ferro”, por exemplo, pode ser comprado por R$ 44,90, ou alugado por R$ 3,90.

De acordo com o Google, após fazer a locação, o usuário tem até 30 dias para assistir ao filme. Para ver os vídeos, o usuário tem a opção de assisti-los por streaming, sem precisar baixá-los, ou fazer o seu download, para ver o vídeo sem conexão à internet em qualquer momento.

Fonte: G1

Samsung ridiculariza fãs da Apple em comercial do Galaxy S III

A Samsung lançou nesta quarta-feira mais um comercial em que ridiculariza fãs da Apple. No vídeo, atores interpretam fãs da companhia americana aguardando pelo início das vendas do iPhone 5.

No vídeo de um minuto e meio, os clientes na fila mostram empolgação por novos recursos como a mudança da conexão do fone de ouvido para a parte de baixo do aparelho ou o novo “conector digital”, que a personagem não sabe “o que quer dizer”.

A mudança do conector do aparelho – o que vai obrigar os usuários a comprarem um adaptador para usarem carregadores antigos – também virou piada. “Mas eles fazem os adaptadores mais legais”, diz um cliente na fila.

Os fãs também se mostram empolgados por finalmente terem recursos que não tiveram no ano anterior, como tela maior e 4G – funções presentes no Galaxy S III, da Samsung. Os clientes também se impressionam quando dois usuários do S III trocam arquivos somente encostando os dois aparelhos, pela tecnologia NFC, ausente no iPhone.

O comercial segue a mesma linha do anúncio publicado em jornais americanos no fim de semana, em que comparou as especificações do iPhone 5 com seu topo de linha, o Galaxy S III, afirmando que a “próxima grande coisa já está aqui”, uma paródia ao slogan usado pela Apple no lançamento do iPhone.

Fonte: Terra

Desafio hacker: Google dará US$ 2 milhões a quem derrubar o Chrome

 

Dois milhões de dólares a quem encontrar falhas no navegador mais usado no mundo. O Google fez a oferta e promete entregar essa quantia em prêmios aos que conseguirem derrubar o Chrome, em uma competição chamada Pwnium.
É a segunda edição da disputa, que será realizada na Malásia, durante o aniversário de 10 anos do “Hack in the Box”.

São quatro categorias a serem desafiadas: a mais difícil vale US$ 60 mil, e os valores vão caindo para US$ 50 mil, US$ 40 mil e menos, em uma opção aberta.

Para levar o prêmio principal, o “Full Chrome exploit”, é necessário derrubar o navegador usando somente seus bugs.

Fonte: Olhar digital

Postado por George Luis

Galaxy Note 10.1 é anunciado com processador quad-core

Desde seu anúncio no Mobile World Congress, em fevereiro, a Samsung não falou muito sobre o tablet Galaxy Note 10.1 – que roda Android 4.0 e usa uma canetinha para tocar e anotar na tela (é quase igual ao Galaxy Tab 10.1, mas é diferente). Hoje, a companhia coreana disse que lança o portátil ainda este mês em alguns mercados, mas com uma configuração um pouquinho mais poderosa do que a que vimos lá em Barcelona, agora com um processador quad-core de 1,4 GHz (era um dual-core).

Agora o tablet também vem com 2 GB de RAM, câmera de 5 megapixels (traseira) e 1,9 megapixel (frontal). Vale ressaltar que a canetinha é importante no Galaxy Note, e ela não funciona na tela do Galaxy Tab e os aplicativos que vêm no Note (para tomar notas e alguns apps da Adobe para desenhar e editar fotos) não vêm no Tab.

A Samsung também incluiu alguns truques inspirados no software do Galaxy S III, como o rastreamento de olhos do usuário (para manter a tela sempre ligada), AllShare Play (para compartilhar mídia com TVs e outros dispositivos) e o Pop Up Play (o ¿picture in picture¿ para rodar vídeos em uma janela reduzida quando roda outro programa). O tablet será vendido nas cores branco e preto.

Fonte: Terra

Europa faz exercício de guerra cibernética

Pesquisadores europeus deram detalhes de um exercício de guerra realizado no último mês de Março na Estônia. A operação Locked Shields (escudos fechados, em tradução livre) não envolveu explosões, tanques, aviõesou armas.

O que se fez foi tentar prever as consequências de um novo tipo de conflito, uma guerra cibernética.Na operação, uma equipe de especialistas atacou outras nove equipes, espalhadas por toda a Europa.A equipe de ataque usou várias técnicas, incluindo vírus e vermes no estilo “cavalo de Troia”, para tentar extrair dados das equipes inimigas.

O tipo de ataque mais comum, geralmente associado ao termo guerra cibernética, é o DDoS (distribuição de negação de serviço, na sigla em inglês), em que servidores recebem um número de acesso grande demais para sua capacidade, fazendo-os sair do ar.

Mas os ataques DDoS são relativamente primitivos quando comparados com as últimas armas digitais.Por isso os especialistas europeus decidiram ver como se saem em casos de ataques feitos por “inimigos” bem treinados.

Guerra virtual com danos reais

Já há algum tempo que se considera que a guerra cibernética deixou de ser ficção. As coisas ficaram mais preocupantes depois que o vírus Stuxnet atacou uma central nuclear do Irã, mostrando que as ameaças virtuais podem causar danos reais.Ano passado, a empresa Symantec detectou uma segunda versão do Stuxnet, chamado Duqu, que estaria pronto para ataques fábricas.

Embora ninguém tenha assumido a autoria do vírus e do ataque, o dedo da suspeição caiu sobre os governos dos Estados Unidos e de Israel. O jornal New York Times publicou uma reportagem que mostrava alusões ao Velho Testamento no código do vírus.

Assim, cresceu o temor de que a Guerra da Web, se e quando acontecer, possa gerar danos físicos, prejudicando a infraestrutura e até causando mortes.

“Eles podem causar blecautes, e não apenas cortando o fornecimento de energia, mas danificando de forma permanente geradores que levariam meses para serem substituídos. Eles podem fazer coisas como causar explosões em oleodutos ou gasodutos. Eles podem fazer com que aeronaves não decolem”, afirmou Richard A. Clarke, especialista em segurança cibernética dos presidentes americanos Bill Clinton e George W. Bush, sem dizer especificamente a quem ele se refere por “eles”.

Sistemas Scada

No centro do problema estão interfaces entre os mundos físico e digital conhecidas como sistemas Scada - Supervisory Control and Data Acquisition, Controle de Supervisão e Aquisição de Dados.Estes controladores computadorizados assumiram uma série de tarefas que antes eram feitas manualmente. Eles fazem de tudo, desde abrir as válvulas de oleodutos até monitorar semáforos.

Em breve estes sistemas serão comuns nas residências, controlando coisas como o aquecimento central ou o fornecimento de energia. O detalhe é que estes sistemas usam o ciberespaço para se comunicar com os computadores de controle, receber suas tarefas e relatar problemas.

Caso hackers consigam entrar nestas redes, em tese eles conseguiriam também o controle da rede elétrica, do fornecimento de água, dos sistemas de distribuição para indústria ou supermercados e outros sistemas ligados à infraestrutura.

Em uma demonstração, realizada em 2007, o Departamento de Segurança Nacional dos Estados Unidos atacou e praticamente destruiu um grande gerador a diesel através de seus dispositivos Scada.Uma das razões da maior vulnerabilidade dos sistemas Scada é que eles não são programados por especialistas em segurança, mas pelos próprios engenheiros envolvidos em sua fabricação.

O feitiço e o feiticeiro

Os especialistas já apontam para uma diferença da eventual guerra cibernética em relação às guerras “convencionais”.Se as armas cibernéticas se espalharem, os alvos serão, na maioria, ocidentais, e não “países exóticos e distantes”, que têm pouca dependência da internet.

Isto significa que as velhas regras de defesa militar, que favoreciam países poderosos e tecnologicamente mais avançados como os Estados Unidos, podem não se aplicar mais.

Fonte: BBC

Internet passa por uma grande e fundamental mudança

O IPv6, a partir de agora, deverá ser o padrão do mercado (Foto: Reprodução)

Este dia 6 de junho provavelmente será lembrado como aquele em que a internet viveu seu próprio Big-Bang e poucos ficaram sabendo. É que a adoção definitiva do protocolo IPv6, agendada para hoje, é uma mudança que, apesar de modificar profundamente o mapa da internet, se produzirá em uma parte, digamos, “invisível” das máquinas e da própria rede. Algo parecido a quando se instala um programa: não vemos os novos componentes, mas notamos imediatamente as novas funções uma vez completada a atualização. Hoje, a partir das 0h01GMT (21h01 de Brasília), o atual número de 4 bilhões de IPs (cada um corresponde ao lugar ocupado por um dispositivo conectado na grande rede) se expandirá para milhões de milhões. Mais especificamente, passará a 340 sextilhões de endereços (340 seguido de 36 zeros). Por isso, a comparação com uma explosão – o Big-Bang.

A medida é tomada em virtude do esgotamento dessas conexões, e como resposta ao tsunami de computadores, tablets, telefones, televisões e demais máquinas ou sistemas (como eletrodomésticos, carros, edifícios e robôs) que já estão ou passarão a estar online de maneira permanente em um futuro muito próximo.

O sistema que usamos até hoje é denominado IPv4 (versão 4 do protocolo), criado nos anos 70 do século passado e oficialmente esgotado em 3 de fevereiro de 2011, quando a Icann (a instituição global que outorga esses endereços) informou que havia concedido os últimos cinco lotes da reserva de endereços IP com que contava para identificar os dispositivos na rede. Entretanto, o novo protocolo não substitui automaticamente o anterior. Haverá um período em que ambos coexistirão e se estima que a transição completa levará alguns anos.

Contra a crença generalizada de que toda inovação traz mais velocidade, neste caso é provável que o usuário experimente alguns atrasos na entrega de dados, ainda que nada muito grave nem duradouro, segundo especialistas. “A maior parte dos usuários não deverá perceber nada”, disse Leo Vegoda, da Icaan. “Mantemos nossa promessa de uma transição sem tropeços para o IPv6″, disse Jason Livingood, vice-presidente de sistemas de internet da Comcast, um dos maiores provedores dos Estados Unidos, de acordo com a agênciaFrance Presse.

O World IPv6 Launch (Lançamento mundial do IPv6) é uma iniciativa da Internet Society. O IPv6, a partir de agora, deverá ser o padrão do mercado. “Percebemos a adesão ao IPv6 como fundamental para o bom fluxo de desenvolvimento da internet. Os endereços livres no IPv4 estão acabando e pode ocorrer uma situação crítica sem um esforço coletivo para a implementação definitiva da versão 6 do protocolo IP”, afirma Juliano Primavesi, Diretor da KingHost, uma das organizações líderes em hospedagem web.

No Brasil, o NIC.br tem coordenado os esforços de implantação do IPv6 desde 2008. Em junho do ano passado, houve um teste global do uso do novo protocolo, o World IPv6 Day. Durante 24h, empresas da internet como Google, Facebook, Yahoo, Terra e UOL ativaram o novo protocolo em seus sites, com o objetivo de detectar possível problemas, no que foi o maior e mais importante teste de funcionamento do IPv6.

Um novo teste ocorreu durante a Campus Party Brasil, entre 6 e 12 de fevereiro deste ano, em São Paulo. A “Semana IPv6″ teve apoio da Internet Society e do Registro Regional de IPs da América Latina e Caribe (LACNIC). Segundo o NIC.br, durante o eveto 196 sites, 21 provedores de acesso, e nove datacenters e provedores de hospedagem ativaram o IPv6 num grande teste regional. Como no World IPv6 Day, o teste também foi bem sucedido e muitos provedores decidiram manter o novo protocolo ativo. Foi o caso, por exemplo, do Terra, do UOL, e da Globo.

Agora, não é mais hora de testes, e sim de trazer o IPv6 para dentro dos processos normais de negócios das empresas e ativá-lo de forma definitiva. Dentre as empresas que se comprometeram com o lançamento mundial do IPv6 estão provedores de conteúdo, como Google, Facebook e Yahoo, provedores de acesso, como Comcast e AT&T, dos Estados Unidos, Free, da França, e fabricantes de equipamentos de redes, como Cisco e D-Link.

A Sociedade da Internet no Brasil, entidade que representa a Internet Society no país, fará umá uma série de palestras para explicar a importância do IPv6. “Temos eventos confirmados em São Paulo, Salvador, Fortaleza e Jundiaí. As atividades não se encerram nesse dia, os materiais sobre a disseminação do IPv6 continuarão disponíveis para que outros eventos sejam organizados nos próximos meses”, informa Carlos Afonso, presidente da entidade. Mais informações sobre a iniciativa e os locais das palestras podem ser obtidas no site oficial World IPv6 Launch.org e no site da da Sociedade da Internet no Brasil.

Números As grandes companhias de internet (como Google e Facebook, por exemplo), ou fabricantes (como a Cisco) animam as empresas e usuários particulares a fazer a transição, afirmando que isso tornará mais eficaz a comunicação entre os diferentes aparelhos de uma rede doméstica ou profissional. A Cisco distribuiu, no último dia de maio, uma projeção que dá uma ideia do que vem por aí. O estudo sugere que em 2016 haverá 8 bilhões de dispositivos fixos e móveis com capacidade IPv6 no mundo. Em 2011 esse número era de 1 bilhão. No estudo, ainda, vê-se que até 2016 a quantidade de pessoas conectadas à internet chegará a 45% da população mundial, chegando a quadruplicar o tamanho que a rede tem hoje.

Entre as razões de tal aumento (que em nível global significará 1,3 zetabytes ou mais de um bilhão de Gb por ano) estão o incremento de dispositivos (em 2016 havera quase 19 bilhões de conexões de rede contra os 10.300 bilhões em 2011), mais usuários de internet (3,4 bilhões), maior velocidade de banda larga (média de 35 Mbps), mais vídeo (equivalente a 833 dias de vídeos circulando por segundo) e crescimento do Wi-Fi (mais da metade do tráfego mundial).

Pesquisa recente da Ericsson aponta que 85% da população mundial terá cobertura de internet móvel de alta velocidade em 2017, com 50% de cobertura 4G, e que o tráfego global de dados deverá crescer 15 vezes até o final de 2017.
Fonte: Terra

Cientista brasileiro diz que HAARP poderia estar modificando a dimensão temporal

O projeto High Frequency Active Auroral Research Program [Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência, HAARP], da Força Aérea e Marinha norte-americana, é sem dúvida um dos alvos favoritos das teorias de conspiração. Com o enorme e um tanto misterioso orçamento, e uma poderosa panóplia de antenas capazes de disparar ondas eletromagnéticas de alta e baixa frequência à ionosfera, possivelmente modificando o clima, ele tem sido acusado de todo o tipo de atos bélicos secretos – quase anormal – como gerar terremotos, furacões e provocar ainda mais o aquecimento global. Necessário dizer que, além de ter a capacidade de modificar o clima, não se têm provas contundentes de que o programa esteja sendo utilizado como arma militar. Suas instalações na neve do Alasca constituem um novo mito moderno, terra fértil para a especulação e ficção científica.

O trabalho de um cientista brasileiro, Fran de Aquino, em sua investigação High-power ELF radiation generated by modulated HF heating of the ionosphere can cause earthquakes, cyclones and localized heating, sustenta que o HAARP não só é capaz de provocar uma série de desastres naturais lançando ondas eletromagnéticas de baixa frequência, como também que, teoricamente, poderia alterar a dimensão temporária, permitindo, por exemplo, uma nave viajar para uma linha de tempo alternativa.

De Aquino, da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), tem vários trabalhos publicados, entre eles um na Universidade de Cornell intitulado The Gravitational Spacecraft, onde demonstra um novo tipo de nave espacial (nave gravitacional), que poderia viajar pelos recôncavos do tempo canalizando a correlação entre a massa gravitacional, a massa inercial e um fator eletromagnético. Esta mesma correlação, a afetação de um campo eletromagnético uniforme de alta frequência sobre a gravidade – por sua vez vinculada com a estrutura do tempo-espaço segundo a relatividade de Einstein – é o que, segundo De Aquino, poderia propiciar que uma aeronave voando pela ionosfera atravessasse o espelho dimensional do céu para outra sequência temporária, uma espécie de universo paralelo dobrado no espaço.

É importante notar que o campo eletromagnético, além de ser uniforme, deve permanecer com a nave durante o tempo de transição. Se não for uniforme por cada parte da nave, realizará transições para diferentes tempos do futuro… Pessoas dentro da nave realizariam transições à diversos tempos no futuro porque sua condutividade e densidade seriam diferentes.

De Aquino considera que o HAARP poderia disparar uma onda eletromagnética uniforme de alta frequência capaz de fazer com que um avião cruzasse o tempo. Devemos levar a sério esta teoria? Primeiro seria importante compreendê-la cabalmente, algo que supera pessoalmente a capacidade do autor deste post – elucidar uma suposta conciliação da relatividade com a teoria quântica no meio de uma linguagem que evoca a ficção de Thomas Pynchon. Mostrando este periódico a um assessor com estudos em física, sua resposta foi que tal teoria careceria de sustento sólido para proposição tão extraordinária e que seria necessário pesquisar os trabalhos aos quais faz referência este físico especializado no estudo da gravidade quântica.

Mais apropriado parece ser tomá-la como um cativante ensaio ficção científica – e não por isso menos ou mais real. Sejamos ou não já capazes de fazer o proposto, uma civilização suficientemente avançada seguramente desenvolveria tecnologia para manipular o tempo (não só o clima). Nossa imaginação começa a se desbaratar como um bólido que aproxima-se à velocidade da luz só de pensar nas possibilidades de manipular o espaço-tempo, de habitar todos os jardins dos caminhos que se bifurcam. Tempos que se entrelaçam, se sobrepõem e se desnudam. As “cláusulas do infinito”.

Antes que a popular série Fringe [Fronteiras] começasse a fazer excursões imaginárias a outros universos, Philip K. Dick, em sua novela Wait for Last Year, especulou uma droga (JJ-180) desenvolvida por uma civilização extraterrestre que permitia de maneira aditiva e sinistra a um usuário viajar a universos alternados. O ditador planetário Molinari inclusive utilizava esta droga para obter informação sobre futuros possíveis em outras linhas de tempo, para manipular assim o conjunto dos tempos e salvar a humanidade da mais abjeta escravização. A tecnologia para manipular o tempo evidentemente tem o potencial de criar uma vertiginosa concatenação de alucinações e simulacros, até o ponto que nenhuma realidade primária seria distinguível ou afirmável.

Seria fascinante falar com Dick sobre o HAARP, um aparelho tramado pela imaginação (ou a alucinação) humana para englobar muitas de suas mais temíveis e formosas paranoias. Há certa poesia em disparar um raio de luz invisível à abóbada celeste e alterar o fluxo do tempo, descobrindo, como numa nuvem quântica, um novo universo no qual somos outros, sendo os mesmos. Ainda que isto igualmente poderia ser a substância de um cruel pesadelo – com répteis interdimensionais, sociedades secretas, vampiros energéticos e tecnologia da Atlântida. De qualquer forma, é estimulante meditar sobre a possibilidade de encontrar, parafraseando Paul Éluard, outros mundos dentro deste.

Fonte: Revista UFO

Espião invisível: camuflagem permite ver sem ser visto

Camuflagem plasmônica

Engenheiros usaram a camuflagem plasmônica - uma das técnicas usadas para criar os mantos de invisibilidade - para criar um dispositivo que consegue ver sem ser visto.

O método mais tradicional para criar invisibilidade é usar estruturas físicas projetadas para interagir com os raios de luz – os metamateriais.

Na invisibilidade plasmônica, tira-se proveito dos plásmons de superfície, ondas de elétrons que se formam na superfície de metais a partir de sua interação com a luz.

Neste novo trabalho, realizado por uma equipe das universidades de Stanford e Pensilvânia, os pesquisadores usaram um truque que parece pouco intuitivo: uma cobertura de metal reflexivo que torna menos visível o material ao qual essa película brilhante é aplicada.

Fotodetector invisível

Embora a equipe chame seu experimento de “máquina invisível”, o aparato consiste essencialmente de um nanofio de silício recoberto por uma fina camada de ouro – seria mais adequado chamá-lo de fotodetector invisível.

Ajustando a proporção entre ouro e silício, a equipe conseguiu fazer com que os raios de luz refletidos pelos dois materiais cancelem-se mutuamente, um fenômeno conhecido como interferência destrutiva e que foi usado recentemente para forçar a luz a fazer curvas.

Conforme as ondas de luz surfam sobre o metal e o semicondutor, elas criam uma separação de cargas positivas e negativas nos dois materiais – um momento dipolar, em termos técnicos.

O pulo do gato consiste em criar um dipolo no ouro que seja igual em intensidade, mas oposto em sinal, ao dipolo no silício.

Quando dipolos positivos e negativos de igual intensidade se encontram, eles se anulam, e o sistema torna-se invisível.

“Descobrimos que um revestimento de ouro cuidadosamente projetado modifica drasticamente a resposta óptica do nanofio de silício,” afirma Pengyu Fan, primeiro autor do artigo que descreve a descoberta. “A absorção da luz no fio cai ligeiramente – por um fator de apenas quatro -, mas a dispersão da luz cai 100 vezes devido ao efeito de camuflagem, tornando-se invisível.”

Ou seja, o revestimento de ouro, que é normalmente altamente reflexivo, é a porção do nanofio que se torna invisível.

Espião invisível

Os experimentos mostraram que a invisibilidade plasmônica é eficaz em grande parte do espectro de luz visível e que o efeito funciona independentemente do ângulo de entrada da luz ou do formato e do posicionamento do nanofio.

O mecanismo também funciona com outros metais em lugar do ouro, como o alumínio e o cobre, com rendimento semelhante.

Segundo a equipe, esse espião invisível – ele detecta a luz do exterior, mas a luz que ele próprio emite não pode ser vista – poderá ter utilidade em áreas como células solares, sensores, LEDs, lasers semicondutores, entre outras.

Em câmeras digitais e sistemas avançados de imageamento médico, por exemplo, pixels camuflados plasmonicamente poderão reduzir o ruído entre pixels vizinhos, que geram imagens borradas.

“Nós podemos até mesmo imaginar a possibilidade de fazer uma reengenharia dos aparelhos optoeletrônicos para incorporar novas funções valiosas e para alcançar densidades de sensores que não são possíveis hoje,” afirmou Mark Brongersma, coautor do estudo.

Fonte: Inovação Tecnológica

Panasonic anuncia TV com tela gigante de 145 polegadas

A Panasonic anunciou uma super TV com tela de 145 polegadas e resolução de 8k (maior que os atuais 4K exibidos em cinemas do Grande Recife, por exemplo). Isso também significa uma qualidade maior que os atuais televisores de alta definição que possuem 1080p.

Com essa resolução de 7680 x 4320 pixels, a TV se aproxima das telas de cinema IMAX. O aparelho está sendo lançado em parceria com a rede de TV japonesa NHK. As duas empresas desenvolveram um novo display que realiza um scan dos pixels na vertical, o que dá uma visibilidade equilibrada da imagem.

A previsão é que esse televisor esteja nas salas dos consumidores em maio. A ideia é aproveitar as Olimpíadas de Londres para atrair o público consumidor. Mas antes, o mercado tem um desafio maior que é dispor de produtos que comportem tanta qualidade de imagem. A Panasonic já tinha trabalhado com telas de 85 a 103 polegadas, também bem maiores que as disponíveis hoje no mercado brasileiro.

Fonte: Mundo Bit

Hackers roubaram números de 1,5 milhões de cartões de crédito da Global Payments

A operadora de cartões de crédito Global Payments confirmou no último domingo (primeiro de abril) que cerca de 1,5 milhões de cartões de crédito tiveram seus números comprometidos por hackers. Como resultado, a empresa norte-americana perdeu o selo de aprovação de segurança da Visa, o que deve ter grande impacto em suas operações futuras.

A Global Payments não esclareceu os métodos empregados pelos invasores para obter as informações confidenciais, que podem ser usadas para criar cartões falsos. Segundo a organização, os criminosos conseguiram exportar os dados para um endereço desconhecido, o que torna o caso ainda mais sério.

De acordo com a empresa, somente os números dos cartões foram roubados, sem que houvesse o comprometimento de informações relacionadas aos nomes, endereços pessoais ou números de seguro social de seus donos. “Baseada em análises forenses, monitoramento de redes e medidas de segurança adicionais, a empresa acredita que esse incidente foi contido”, afirmou um representante da companhia ao The Wall Street Journal.

Confiança abalada

Embora a decisão da Visa de remover a Global Payments de sua lista de parceiros confiáveis não tenha caráter permanente, será preciso que a organização prove que suas medidas de segurança são compatíveis com as exigências da indústria. Segundo uma declaração feita por Amy Corn, representante da operadora, a expectativa é a de que a situação seja resolvida muito em breve.

Vale destacar que as atividades realizadas pela companhia não sofreram qualquer espécie de paralisação, e ela continua a trabalhar da mesma forma que antes. Porém, a perda do selo de aprovação pode fazer com que ela diminua sua representatividade no mercado, já que clientes em potencial podem não se sentir confortáveis em fornecer informações sobre seus cartões de crédito a ela.

Fonte: Tec Mundo

NASA anuncia novamente que o mundo não acabará de forma alguma em 2012

O veterano cientista do Laboratório de Propulsão a Jato (JPL) da Agência Espacial Norte-Americana (NASA), Don Yeomans, esclarece em vídeo porque as pessoas não devem se preocupar com as pretensas ameaças que destruiriam o nosso planeta até o final de 2012. Vale a pena resumir as razões pelas quais você não deve se preocupar com a lista de “apocalipses” que tem sido divulgada por aí.

Já faz algum tempo que o calendário maia tem sido notícia e tema de conversas conspiratórias nas filas de bancos e pontos de ônibus. De acordo com o que dizem por aí, a “folhinha” projetada pelos maias acabaria no dia 21 de dezembro de 2012, o que indicaria que a Terra também seria dizimada na mesma data. Sem dúvidas, isso seria uma grande “falta de sacanagem”, já que ninguém ganharia aquele PS Vita esperto de Natal.

Mas Yeomans tranquiliza a todos: o calendário maia não acaba. O que acaba é apenas um ciclo dele e, logo em seguida, começa outro. É como se o calendário de 2012 acabasse e, no dia seguinte, nós pegássemos o de 2013 para usar pelos próximos 365 dias do ano.

Planeta X, o grande colisor de mundos:

Nibiru, ou Planeta X - entre outros nomes, como HercolubusTheia e Marduk -, é um suposto planeta que estaria vindo em direção à Terra, pronto para se chocar com o nosso querido lar. Mas, obviamente, não existe nenhum dado científico sobre a existência dele. Caso Nibiru pretendesse mesmo dar uma voltinha pelo nosso Sistema Solar e varrer um ou outro mundo pelo caminho, os milhares de astrônomos que observam o céu noturno diariamente já teriam identificado a sua ameaça. E mesmo que o Planeta X fosse invisível, os cientistas já teriam notado a influência de um corpo tão massivo viajando pelo espaço.

Yeomans também refuta a ideia de que os astrônomos da NASA não querem divulgar os dados sobre Nibiru para evitar que a população entre em pânico: você acha mesmo que os milhares de astrônomos amadores e profissionais que observam o céu diariamente conseguiriam manter segredo por tanto tempo sobre algo dessa proporção?

A ameaça das tempestades solares:

Tempestades solares existem e uma das maiores que já enfrentamos nos últimos anos aconteceu na semana passada, deixando uma sonda espacial temporariamente “cega”. Mas nós sobrevivemos, como todos podem perceber. Porém, muitos ainda associam a ameaça de um desses eventos com o fim do mundo em 2012. Para essas pessoas, Yeomans adverte: a atividade solar atinge um pico máximo a cada 11 anos e, de acordo com cálculos recentes, isso só deve acontecer em maio de 2013. Portanto, fica fácil concluir que se você conhece alguém com 30 ou 50 anos de idade, você conhece um dos bravos sobreviventes de uma enorme tempestade solar.

Alinhamento planetário e inundações mundiais:

Outra preocupação é o fato de que, supostamente, os planetas do Sistema Solar se alinhariam em dezembro de 2012 e, com isso, a maré dos oceanos da Terra seria alterada, provocando terríveis inundações em diversas cidades. Entretanto, a NASA cancelou o evento: não existe alinhamento planetário previsto para essa data. E mesmo que houvesse, ele não causaria dano algum ao nosso planeta, já que os únicos astros que influenciam os oceanos são a Lua ― por estar próxima demais ― e o Sol, por ter massa muito grande.

Mudança de eixo e polos magnéticos da Terra:

Mais um entre os eventos “previstos” para dezembro de 2012 é a alteração do eixo da Terra e inversão dospolos magnéticos do nosso planeta. Bem, novamente, isso não vai acontecer. Segundo Yeomans, o eixo de rotação da Terra não pode ser alterado, pois a órbita da Lua em volta do nosso planeta torna-o muito estável. Quanto à inversão dos polos magnéticos, isso realmente pode acontecer, mas não dentro dos próximos 500 mil anos. Não há evidências de que os polos da Terra serão alterados em dezembro deste ano. Além disso, levaria milhares de anos para que os polos se invertessem, o que seria facilmente percebido pelos cientistas.

E mesmo que os polos se invertam, isso não oferece riscos à humanidade. O único contratempo é o fato de que teremos que regular nossas bússolas para a nova configuração da Terra.

Fonte: Revista UFO

Engenheiro inventa chuva sólida para ser usada na agricultura

Uma ´chuva sólida´, fabricada nos mesmos moldes das fraldas descartáveis de bebês, é a nova tecnologia para ser aplicada na agricultura durante períodos de seca.

A invenção do engenheiro mexicano Sergio Rico, do Instituto Nacional de Politécnica, usa o poliacrilato de sódio. A substância é capaz de concentrar grandes quantidades de água em forma de gel.

O bloco de gel é colocado perto da raiz do vegetal para que possa absorver a água das chuvas. Cada quilo de chuva sólida armazena litros de água. Detalhe: a vida útil do produto é longa, variando entre oito a dez anos.

A equipe de Rico já testou a chuva sólida em pés de milho e obteve uma colheita bem superior ao método tradicional utilizado para aguar a área plantada.

Fonte: Folha.com

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